quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Boom imobiliário faz SP bater recorde de arrecadação

30 de setembro de 2010
10h 04
 

AE - Agência Estado



Impulsionada por um boom imobiliário sem precedentes na história de São Paulo, a arrecadação da Prefeitura teve crescimento maior do que a da União e a do governo paulista. A capital viu entrar nos cofres municipais um volume em tributos 16,5% maior entre janeiro e agosto, em comparação com o mesmo período de 2009. O governo federal registrou aumento de 9,8% e o Estado, de 13,9%.

O resumo financeiro do segundo quadrimestre da Prefeitura mostra uma explosão na arrecadação do Imposto Sobre Serviços (ISS), do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e do Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), que tem taxa de 2% sobre o valor de um imóvel negociado, usado ou novo.

Dessa forma, quem compra um apartamento de R$ 300 mil tem de pagar à vista R$ 6 mil à Prefeitura, mesmo que o imóvel tenha sido financiado. De janeiro a julho deste ano, já foram vendidos na capital 20.182 imóveis, ante 16.460 em igual período de 2009, segundo o Secovi (Sindicato da Habitação).

O governo recolheu R$ 576 milhões de ITBI entre janeiro e agosto, um crescimento de 37,8% em relação ao ano passado. Para 2011, o orçamento municipal projeta uma arrecadação de R$ 1 bilhão com o ITBI. "Esse imposto realmente é um fenômeno. O aquecimento do mercado imobiliário só cresce mês a mês e não existe tendência de arrefecimento. Pelo contrário. O crescimento vai prosseguir em 2011", afirma o secretário municipal de Finanças, Walter Aluisio Morais Rodrigues. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Seguro de fiança para aluguel movimenta R$ 106 milhões até agosto

Agência Estado

SÃO PAULO - O seguro de fiança locatício, usado como garantia na locação de imóveis, movimentou R$ 106 milhões em prêmios nos primeiros oito meses do ano, recorde para o período e expansão de 4% na comparação com igual período de 2009.

O volume já é maior que o movimentado em todo o ano de 2007, quando esse seguro girou R$ 97 milhões, segundo estudo elaborado pelo consultor Luiz Roberto Castiglione com base nos dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep).


Nos últimos dez anos, o mercado de seguro de fiança locatício aumentou de tamanho 28 vezes. Os prêmios passaram de R$ 6,2 milhões em 2000 para R$ 175 milhões em 2009, segundo Castiglione. A previsão para este ano é que o mercado movimente ao menos R$ 180 milhões.


Esse tipo de apólice vem ganhando espaço no mercado de aluguéis, principalmente na capital paulista, mas ainda perde de longe para o tradicional fiador. Na cidade de São Paulo, o seguro-fiança está em segundo lugar e responde por 27% dos aluguéis, ante 21% há 12 meses. O fiador tem 48%, segundo dados do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP) citados no estudo do consultor. No interior, o seguro responde por 11,6%, e no litoral do estado, por 15%.


O mercado de seguro de fiança locatícia é dominado pela Porto Seguro, que responde por 94% das vendas. A seguradora Mapfre também opera, mas com participação menor (6%).


A sinistralidade -que ocorre quando o locatário deixa de pagar aluguel e a seguradora tem de fazer o pagamento- vem caindo. Em 2000, era de 64%, baixando para a 48,5% em 2009 e para 30,6% este ano.


Na avaliação de Castiglione, esse seguro ainda é pouco usado nos aluguéis, principalmente nos residenciais. Para ele, a principal vantagem do produto é o fim da procura por fiador, especialmente quando o locatário vai morar em uma cidade onde não conhece ninguém. A apólice também dá ao inquilino a garantia de reparos emergenciais ao imóvel e, ao proprietário, a eliminação do risco de "fiadores profissionais", além de garantir o recebimento do aluguel durante todo o contrato de locação.


De acordo com a legislação da Susep, o seguro-fiança locatício garante, ao segurado, o pagamento de indenização dos prejuízos que venha a sofrer em decorrência do inadimplemento do locatário em relação à locação de imóvel urbano.

FONTE: DCI



terça-feira, 28 de setembro de 2010

Pequenas reformas em imóveis usados podem dobrar valor da locação

ROSANGELA DE MOURA

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
27/09/2010 - 19h42


Parede trincada, com infiltração ou suja e piso gasto ou com peças quebradas não causam apenas má impressão no candidato a inquilino.

O valor do aluguel de um imóvel em más condições cai de 30% a 50%, estima João Rodrigues de Araújo, diretor de base do Sintracon (sindicato dos trabalhadores da construção).

Para aumentar o rendimento com a locação, é fundamental manter o imóvel com cara de casa nova para o futuro inquilino. Em contrapartida, o locatário terá a obrigação legal de devolvê-lo no mesmo estado.

A arquiteta Mariana Cecchini, 38, conta que reformou um imóvel nos Jardins (zona oeste) que teve o aluguel dobrado.

O projeto foi customizado para o inquilino, que queria uma sala ampla e espaço para escritório. A reforma custou cerca de R$ 20 mil.

Antes da reforma, a corretora avaliou o aluguel em R$ 1.500. Após as obras, o contrato foi fechado por R$ 3.000 mensais.



MÃOS À OBRA



Uma boa limpeza é o começo de tudo. Teto, portas e janelas ganham aspecto de novos com o uso de bucha dupla face, detergente neutro e pano úmido.

Para furo de pregos e parafusos, massa corrida e argamassa. "Refaça também os rejuntes do piso", recomenda a engenheira Patrícia Medeiros, do programa Doutores da Construção.

Trincas e fissuras nas paredes, causadas por movimentação do edifício, são preenchidas facilmente, diz Vicente Parisotto Junior, gerente técnico da fabricante Mactra.

"Basta abrir a trinca em 'V', limpar, preencher com um selante à base de resina acrílica, esperar a secagem e fazer o acabamento", diz. Se o problema é estrutural, a causa deve ser resolvida.


ÁGUA



Mofo é um dos principais fatores de depreciação de um imóvel. Se o problema for infiltração, só fazendo a impermeabilização da área. O custo da obra varia conforme o padrão de acabamento.

"Esse é um defeito que não pode ser remediado", lembra Parisotto Junior.

Vazamento na base da válvula de descarga ou descarga contínua também são problemas corriqueiros. Contra eles, a regulagem da válvula ou sua troca são suficientes.

Se o ralo tem mau cheiro, pode ser sinal de que não há sifão no encanamento. Troque o ralo por um sifonado.



ACABAMENTOS



Antes de pintar, a dica é a aplicar fundos preparadores de parede sobre a pintura descascada, para regularizar a superfície.

Prefira cores claras e deixe para o inquilino personalizar o ambiente segundo seu gosto. "Tons 'off-white' refletem mais luminosidade ao ambiente e dão sensação de amplitude", indica Patrícia Fecci, gerente de produto da Sherwin Williams.

Use tintas laváveis, que facilitam a retirada de manchas. A lata de 18 litros de tinta acrílica acetinada branca custa, em média, R$ 140 --suficiente para 350 m2.

Quando a parede tem imperfeições, a aplicação de textura é uma saída de acabamento mais barata do que corrigir defeitos com massa corrida e tinta. A lata de 18 litros da textura lisa custa a partir de R$ 86.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Imóveis residenciais próximos a centros comerciais, universidades e estações de metrô são mais rentáveis

26/09/2010 - 09h30

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA



Os empreendimentos residenciais mais procurados por investidores são aqueles que oferecem dois e três dormitórios e possuem área útil entre 50 m2 e 80 m2.

   Como os preços dessas unidades são menores, a velocidade com que são alugadas aumenta. Também atendem a diversos públicos, desde estudantes até famílias.

   A escolha do bairro onde comprar costuma ser conservadora como o investimento. A ideia é procurar regiões consolidadas, próximas a estações de metrô, universidade e escritórios.

   Para definir onde dá para aliar aluguel rentável a regiões com alta ocupação, a Folha consultou especialistas, que apontaram os distritos de Bela Vista, Consolação, Liberdade (centro), Barra Funda, Butantã, Itaim Bibi, Jardim Paulista, Perdizes, Pinheiros (zona oeste), Campo Belo, Moema e Vila Mariana (zona sul).

  "Vale a pena investir porque são locais onde a locação é garantida", diz Fernando Sita, diretor de usados da Coelho da Fonseca.

   O benefício tem seu preço (confira alguns nas fichas do quadro ao lado). "Nessas regiões o metro quadrado é mais caro. Para quem não tem tanto capital, vale optar por bairros que estão se reestruturando ou próximos a shoppings e futuras estações de metrô", completa Rubens Júnior, diretor da regional São Paulo da Rossi.



APOSTA


  Quem não tem pressa para começar a receber os dividendos do aluguel pode apostar na compra dos imóveis na planta em regiões que devem se valorizar.

  "A perspectiva de valorização dos imóveis nas imediações de futuras estações de metrô é de 10% a 20%. Quando a obra é entregue, a valorização aumenta", afirma Roseli Hernandes, diretora comercial da Lello Imóveis.

  Para Rubens Júnior, a valorização vai se concentrar especialmente nas regiões sul e oeste, onde há mais melhorias na infraestrutura.

   Fernando Sita ressalta que investir em regiões que antes eram puramente comerciais, como as proximidades das avenidas Brigadeiro Faria Lima e Engenheiro Luiz Carlos Berrini, é uma boa opção. "As pessoas querem, cada vez mais, morar perto do trabalho", afirma. Para isso, é sempre bom conhecer corretores, que podem passar os lançamentos em primeira mão.

  "Antes do lançamento, procuramos potenciais investidores", conta Paola Alambert, diretora de marketing da Abyara.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Com gasto de R$ 406 ao ano, paulistano é quem mais consome artigos para o lar

Por: Flávia Furlan Nunes

22/09/10 - 08h58

InfoMoney


SÃO PAULO – O paulistano é o principal consumidor de artigos para a casa, com um gasto médio que é quase o dobro da média nacional, revelou estudo do Ibope Inteligência.


De acordo com os dados, São Paulo detém 11% dos imóveis, artigos para decoração, utensílios domésticos e cama, mesa e banho consumidos no País.

Em seguida, estão as cidades do Rio de Janeiro (5,5%), Salvador (2,5%), Belo Horizonte (2,3%) e Curitiba (2%).



Gasto médio



Para se ter uma ideia do potencial de consumo dos moradores da cidade de São Paulo, eles têm um gasto médio com esses itens de R$ 406 ao ano, enquanto a média nacional é de R$ 236.

No estado de São Paulo, que corresponde a um terço do consumo de itens para o lar do Brasil, o gasto médio é de R$ 288.

Para o diretor de geonegócios do Ibope Inteligência, Antônio Carlos Ruótolo, produtos relacionados à casa, construção, reforma e decoração têm crescido na prioridade dos consumidores.

Mercado

O mercado de itens para o lar movimenta R$ 37,7 trilhões por ano em todo o Brasil e não é a classe mais alta que gasta mais.

Os dados da pesquisa mostram que as classes B e C são responsáveis por 74% dos gastos, sendo que a primeira fica com 42% do total.

A classe A responde por 19% do total de gastos com produtos para o lar no Brasil, enquanto as classes D e E ficam com 7% do total.



terça-feira, 21 de setembro de 2010

"Inflação do aluguel" acumula alta de 7,8% no ano, aponta FGV

21/09/2010 - 08h52
DE SÃO PAULO

O IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) registrou variação de 1,03% na segunda prévia deste mês, de acordo com a FGV (Fundação Getulio Vargas). No mês anterior, para o mesmo período de coleta, entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência, a variação havia sido de 0,55%.

No acumulado do ano, a elevação chega a 7,76%, superior à registrada nos últimos 12 meses (7,64%). O IGP-M é usado como base para o reajuste da maioria dos contratos de aluguel.

O IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo), que tem o maior peso no indicador, apresentou alta de 1,45%, com aceleração ante os 0,89% contabilizados anteriormente. Já o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) registrou aumento de 0,24%, ante queda de 0,28% no mesmo período do mês anterior. Cinco das sete classes de despesa que compõem o índice registraram acréscimo na variação, com destaque para alimentação (de -1,33% para 0,28%).

O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) apresentou taxa de 0,14%, ante 0,27% no segundo decêndio do mês anterior. O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços passou de 0,43% para 0,23%. Já a taxa que capta o custo da mão de obra registrou variação de 0,05%, inferior à do mês anterior (0,09%).

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Aluguel residencial deve ser entre 0,5% e 0,8% do valor do imóvel

20 de setembro de 2010
0h 00
 
Se eu comprar um imóvel na planta e o contrato for acertado em um valor menor que R$ 500 mil poderei usar o FGTS quando o imóvel for entregue?

 
Sim, as regras básicas da Caixa para utilização do FGTS são: que seja residencial urbano; tenha valor de avaliação na data da contratação de até R$ 500 mil; apresentar, na data da avaliação, plenas condições de habitabilidade e ausência de vícios de construção; não ter sido objeto de utilização do FGTS em aquisição anterior ou liberação da última parcela de construção há menos de três anos; estar devidamente matriculado no Cartório de Registro de Imóveis da região; o imóvel deve estar situado no município que o proponente comprovar que já reside há pelo menos um ano.

Tenho um apartamento em Moema avaliado em R$ 650 mil. Não estou conseguindo locá-lo por R$ 3 mil, que é menos do que 0,5% do valor de venda. Qual seria o porcentual adequado para locação? Tenho pensado em vendê-lo e aplicar o dinheiro. O que acha?

A média geral que pode ser usada para o aluguel residencial é entre 0,5% a 0,8% do valor do imóvel. Mas essa porcentagem depende muito da localização, do tipo de imóvel e suas condições gerais. A questão trazida pelo leitor chama atenção sobre o investimento em imóveis. Isso porque nós sempre ouvimos que investir em imóveis é um bom negócio porque o risco é muito baixo. Mas cuidado. Adquirir imóveis é uma forma de investimento, mas que deve ser vista dentro de sua realidade. Há riscos envolvidos que nem sempre são considerados. O primeiro é o risco de liquidez que não é baixo. Em outros termos, pode ser difícil vender o imóvel pelo preço justo quando você precisa do dinheiro. Há outros riscos como não recebimento do aluguel, tempo parado sem alugar que pode gerar custos como manutenção, impostos, condomínio. Um fator que é muito destacado quando se fala de investir em imóveis é que além do aluguel você ganha com a valorização do bem. Isto é certo, mas deve ser apontado também que pode ocorrer o contrário e o bem se desvalorizar ou a valorização não compensar. Quanto à aplicação do valor considerado, há alternativas interessantes de baixo e médio risco, como títulos do Tesouro, CDBs que sejam bem negociados, fundos DI e de Renda Fixa, a opção vai depender também do prazo que o investidor mantiver a aplicação.


 

Com R$ 500 mil aplicados em renda fixa a 0,6% ao mês, retirando-se R$ 3 mil por mês, por quanto tempo

devem durar os rendimentos?

Teoricamente essa aplicação nunca irá acabar porque R$ 3 mil corresponde exatamente a 0,6% do valor total que é R$ 500 mil. Em outros termos, caso o leitor retire mensalmente até o limite de 0,6% do total ele estará mantendo intacto o valor inicialmente aplicado. Vale ressaltar que nesse cálculo está sendo admitido que a taxa de 0,6% ao mês é uma taxa líquida, ou seja, já tendo sido descontado do rendimento bruto os custos da aplicação e o Imposto de Renda. Caso contrário, o valor que irá entrar no bolso do investidor será menor que R$3 mil. O leitor também deve ficar atento ao fato de que nessas contas não está sendo considerado o efeito da inflação.

Umas das máximas em finanças diz que o caminho das pedras para a compra da casa própria é morar de aluguel enquanto se junta o dinheiro necessário para não entrar em um financiamento de trinta anos. Será que depois de ter acumulado o dinheiro, não é ainda melhor investir o montante, fazer o financiamento e pagar as prestações com o rendimento dos recursos? Exemplo: Poupança de R$ 200 mil; Rentabilidade de R$ 1,2 mil (poupança). Faz-se um financiamento com prestação de R$ 1,2 mil. O que o senhor acha, essa lógica pode ser verídica?

Poupar dinheiro para depois gastar é, sim, uma máxima de finanças pessoais. Mas, para mim, algo mais importante é sempre fazer contas antes de realizar qualquer opção. Quero dizer que há casos que, dependendo da região, do tipo de imóvel, da situação familiar, entre outras coisas, optar por um imóvel financiado mais barato e ainda manter alguma capacidade de poupança pode ser uma alternativa mais vantajosa. A lógica traçada pelo leitor é possível. Mas cuidado. Ela não é tão simples como parece e, como disse, somente devemos adotá-la depois de muitas contas. Não dá para acreditar que seja possível obter rentabilidade suficiente para cobrir os juros cobrados em qualquer financiamento. A estratégia apontada pelo leitor precisa ser cotejada com valores reais. A retirada máxima da caderneta de poupança deve ser de R$ 1.000 (0,5% ao mês) para que o principal não seja gasto, isto sem considerar a questão inflacionária. Outra coisa é que deve ser encontrado um imóvel financiado compatível com uma prestação que caiba na retirada dos rendimentos. Caso isso seja possível, muito bem.


FONTE: JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Bancos terão juros menores para financiamento no Salão Imobiliário de SP

TATIANA RESENDE
DE SÃO PAULO
15/09/2010 - 17h18

O Banco do Brasil e o Bradesco vão oferecer taxas de juros menores para os consumidores que comprarem imóveis financiados no Salão Imobiliário de São Paulo, que acontece neste mês. As condições valem também para os negócios iniciados no evento.

O Banco do Brasil vai oferecer, para os contratos finalizados até 180 dias depois, taxa pós-fixada de 8,4% ao ano mais TR (Taxa Referencial) para imóveis com valor até R$ 500 mil. Esse percentual menor só é válido nas agências para clientes que são servidores federais, estaduais e municipais ou funcionários de empresas que têm convênio com o banco e, em todos os casos, recebem o salário pela instituição financeira.

Para quem não faz parte dessas exceções, a taxa é de 10,0% ao ano mais TR. Para moradias acima desse patamar, a taxa é única de 11,0% ao ano mais TR.

No Bradesco, a taxa reduzida vale para contratos assinados até 30 dias após o evento. No salão, os juros passam de 10,50% para 9,70% ao ano, mais TR, para moradias avaliadas entre R$ 150 mil e R$ 500 mil. Para imóveis a partir desse patamar, cai de 11,50% para 10,20% ao ano, mais TR.

A Caixa Econômica Federal, líder em empréstimos para habitação, vai participar do Salão Imobiliário, mas não vai oferecer taxas diferenciadas. O HSBC também terá estande no evento, mas não retornou às ligações da reportagem sobre possíveis condições especiais.

O Banco do Brasil, maior instituição financeira brasileira, quer ampliar a carteira de crédito imobiliário dos atuais R$ 2,2 bilhões para R$ 3 bilhões até o final deste ano. No primeiro semestre, o banco respondeu por apenas 2,8% dos financiamentos com recursos da poupança no país.

A quinta edição do Salão Imobiliário terá mais de 200 mil imóveis à venda com valor a partir de R$ 150 mil, entre novos e usados, comerciais e residenciais. Há oferta de moradias em todo o país e até no exterior, mas a maior parte está na Grande São Paulo, que concentra 70% do total.



FONTE: FOLHA.COM

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Kassab entregará plano para Mooca à iniciativa privada

15 de setembro de 2010
10h 06
AE - Agência Estado


  A gestão do prefeito Gilberto Kassab (DEM) estuda conceder à iniciativa privada mais um plano de revitalização e reocupação de uma área degradada de São Paulo. O alvo dessa vez é a antiga região industrial da Mooca, na zona leste, às margens da linha ferroviária que corta o bairro. O objetivo é levar prédios, serviços e comércio para terrenos cheios de galpões vazios ou que estão ocupados por famílias de sem-teto.

   O projeto será detalhado hoje pelo próprio Kassab e pelo secretário municipal do Verde e do Meio Ambiente, Eduardo Jorge, no seminário internacional "São Paulo - Cidade Compacta". A Prefeitura pretende tornar a repaginação da Mooca uma referência internacional na recuperação de regiões degradadas.

   A proposta, porém, será lançada antes mesmo de o governo municipal ter iniciado as obras de revitalização da Nova Luz, a região do centro conhecida como cracolândia. Desde 2005 a Prefeitura fala em revitalizar essa parte da região central e transformá-la em vitrine fora do País, mas até hoje a área segue cheia de dependentes de crack, moradores de rua e imóveis vazios. O modelo a ser adotado na Mooca é o mesmo da Nova Luz.

   "Será uma concessão urbanística numa área degradada de 470 hectares, dentro da Operação Urbana Mooca-Vila Carioca. A Prefeitura vai contratar uma empresa para fazer o plano urbanístico a ser desenvolvido e outra para fazer o levantamento da contaminação no bairro", afirma Hélio Neves, assessor de gabinete da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente. "O uso dessa área está travado por causa das contaminações industriais do passado." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



terça-feira, 14 de setembro de 2010

Salão Imobiliário de São Paulo terá imóveis a partir de R$ 150 mil

Por: Gladys Ferraz Magalhães

14/09/10 - 09h40

InfoMoney


SÃO PAULO - A quinta edição do SISP (Salão Imobiliário São Paulo) irá oferecer aos visitantes, que buscam imóveis residenciais, opções que vão de R$ 150 mil a R$ 30 milhões.

Além disso, por meio de uma ação junto ao Banco do Brasil, brasileiros que vivem no Japão ou nos Estados Unidos poderão comprar a casa própria, bem como aqueles que vivem no Brasil poderão comprar imóveis na Argentina, Paraguai e Uruguai.



DEMANDA



De acordo com a assessoria de imprensa do evento, que acontece entre os dias 23 e 26 de setembro, no Pavilhão de Exposições do Anhembi em São Paulo, este ano, a maior procura (65%) será por imóveis de até R$ 300 mil.

Ainda no que diz respeito à demanda, 47,5% dos pré-credenciados para visitar o evento pretendem adquirir um imóvel residencial para uso próprio. Desse total, cerca de 30% procuram por unidades de dois ou três dormitórios.



O EVENTO



Com a expectativa de receber mais de 85 mil visitantes, em 40 mil metros quadrados, nesta edição o SISP contará com a oferta de 200 mil imóveis no Brasil e no exterior e terá a presença de importantes bancos e empresas de crédito imobiliário.

O evento faz parte da Semana Imobiliária São Paulo, formada ainda por outras três feiras que ocorrerão simultaneamente: Expo Síndico Secovi Condomínio, Fiaflora Expogarden e Casa & Decoração Show.