sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Seguro habitacional: novas regras darão mais poder de escolha ao consumidor

São Paulo
por Gladys Ferraz Magalhães
Fonte: Infomoney
As novas regras do seguro habitacional, em vigor desde o último dia 18 de janeiro, aumentarão o poder de escolha do consumidor, segundo análise do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).
Além disso, na avaliação do Instituto, com a atual legislação, a competição no setor ficará maior, o que pode diminuir preços.
“As novas regras conferem mais transparência ao setor (...) O consumidor saberá exatamente o que vai gastar com o seguro até o fim do financiamento e terá
melhores condições para comparar e escolher”, disse o advogado da entidade, Alessandro Gianeli.
Além disso, completa ele, “o direito de escolha do mutuário e a abertura do mercado securitário dá grande expectativa de queda no preço e alta na qualidade”.
Regras
De acordo com as novas regras, publicadas na Resolução 3.811/09, do CMN(Conselho Monetário Nacional), os bancos serão obrigados a oferecer aos mutuários do SFH (Sistema Financeiro de Habitação) apólices de seguro de pelo menos duas seguradoras no momento da contratação do financiamento.
O consumidor também terá a liberdade de escolher o seguro de uma terceira empresa, mas, neste caso, o banco financiador poderá cobrar uma taxa de até R$ 100, segundo o Idec.
Outra determinação da Resolução diz respeito ao
custo efetivo total do seguro habitacional, valor que as instituições financeiras estão obrigadas a informar nos contratos.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Estudantes movimentam mercado de locação; veja dicas para escolher certo

São Paulo
por Equipe InfoMoney
Fonte: InfoMoney
Início de ano é tempo de rever a lista de prioridades e tentar tirar do papel o desejo de ter uma vida nova neste ano novo. Para algumas pessoas, porém, a mudança deve vir, quase que obrigatoriamente. Vestibulandos que viraram universitários neste ano e que têm de mudar de cidade, por conta da localização da faculdade, devem ter necessariamente uma vida nova. Para começar pela moradia. Onde e com quem ficar?
Não importa a resposta, a busca por imóveis no início de ano para
alugar na cidade de São Paulo por parte dos universitários que passarão os próximos anos na capital paulista aquece o mercado de locação. Na hora de escolher o novo lar, os estudantes preferem imóveis cujo valor do aluguel fique entre R$ 1 mil e R$ 1,5 mil, segundo levantamento da Lello Imóveis.
“Os inquilinos normalmente são oriundos de famílias com bom poder aquisitivo, que avaliam mais o quesito
comodidade do que preço em si, já que vão ocupar o imóvel por quatro ou cinco anos”, afirmou, por meio de nota, a gerente de Locação e Vendas da Lello, Roseli Hernandes.
Os bairros de Perdizes, Higienópolis, Pacaembu, Vila Mariana, Moema, Jardins, Pinheiros e o município de Santo André estão entre os mais procurados pelos estudantes, sendo os apartamentos de um ou dois dormitórios os preferidos. Além disso, uma grande parte desses inquilinos busca imóveis já mobiliados.
Para não passar sufoco
Para quem já conhece a cidade, alugar um imóvel já não é fácil. Para quem vem de longe, as dificuldades podem aumentar. Para começar, ao assinar o contrato de locação, as imobiliárias exigem algumas garantias - o que acaba se tornando uma das principais barreiras para os estudantes.
Para assegurar ao dono o imóvel o pagamento do aluguel, as imobiliárias costumam exigir três tipos de garantias: o fiador, a garantia preferida pela maior parte do inquilinos, seguro-fiança e depósito. Há outras, mas essas lideram no mercado de locação.
O fiador nada mais é que um terceiro que garanta o pagamento das mensalidades. Como normalmente são os próprios pais ou parentes próximos que se dispõem a ser fiadores no aluguel, se eles não tiverem um imóvel próprio no estado ou até na cidade onde o estudante pretende morar, podem ser impedidos de entrar na negociação. Isso acontece porque, na maioria das vezes, imobiliárias e proprietários exigem que os fiadores sejam locais, para evitar problemas.
Apesar de ser a mais utilizada, principalmente por não ser onerosa a nenhuma das partes - a não ser que haja interrupção de pagamento do aluguel pelo inquilino -, a garantia por fiador nem sempre é aceita, principalmente se o estudante vai cursar uma universidade fora do estado onde vive
sua família. Assim, quem não conhece ninguém no local onde vai morar que possa fazer esse papel no contrato de locação tem de partir para outra opção.
O depósito pode ser uma delas. Essa garantia é uma espécie de caução que as imobiliárias pedem ao inquilino. Normalmente, é exigida uma quantia igual a alguns meses de aluguel - como três ou cinco, por exemplo -, que é devolvida ao final do contrato.
No entanto, algumas imobiliárias ou proprietários de imóveis não aceitam o depósito como garantia e dão a opção de o inquilino utilizar o seguro-fiança, que nada mais é do que uma apólice que garante o pagamento da mensalidade, em caso de inadimplência do locatário. Assim como o depósito, o valor do prêmio da apólice é calculado com base no valor do aluguel. A diferença é que, ao contrário do depósito, que é válido por todo o período do contrato de locação, o seguro-fiança deve ser renovado anualmente.
A vantagem das duas últimas opções de garantia é que o inquilino não necessita da figura de um terceiro - no caso do fiador -, para fechar o negócio. Nestes casos, basta apenas a aprovação da imobiliária e do proprietário.

De olho nas novas regras
Para quem precisa alugar um imóvel, é bom ficar atento às novas regras que passaram a vigorar a partir da última segunda-feira (25). A nova lei do inquilinato, dizem os especialistas, apenas garante que os contratos serão cumpridos à risca. Ou seja, adianta, de certa forma, o despejo daqueles que ficam sem pagar o aluguel.
A nova lei estabelece, que em contratos firmados com assinatura do fiador, ele poderá pedir o encerramento de seu compromisso, mas ainda responderá pela fiança por um prazo de 120 dias. Além disso, o fiador não precisa estar presente na hora da assinatura do contrato, o que deve facilitar a vida do estudante do interior.
Em caso de contratos sem fiador, a atenção deve ser redobrada, já que a retomada do imóvel poderá ser pedida já a partir do atraso de um aluguel. Neste caso, a ação de despejo será suspensa se, no prazo máximo de 15 dias, o inquilino quitar integralmente a dívida. Deixa de valer o requerimento em que o locatário manifesta intenção de pagar a dívida.
A partir de agora, a multa rescisória passa a ser proporcional. Se o inquilino decidir entregar o imóvel antes do fim do prazo, pagará apenas um valor proporcional ao tempo que faltava para cumprir o contrato.

A difícil vida de universitário...
Além das informações sobre as garantias de aluguel, seguem outras dicas para facilitar a busca de um imóvel na hora de mudar de cidade para estudar:
- Busque anúncios no próprio mural da faculdade - muitos estudantes, imobiliárias ou proprietários de imóveis colocam cartazes oferecendo vagas, casas ou apartamentos para locação.
- Avalie se vai morar sozinho ou dividir o apartamento - neste último caso, é importante levar em consideração se já conhece a pessoa com quem vai morar ou se, além do apartamento, terá de encontrar um flatmate (companheiro de casa).
- Se optar por dividir, já decida se está disposto também a dividir o quarto ou se a ideia é que cada morador tenha seu próprio dormitório - dependendo do número de pessoas que vão morar juntas, esta última opção pode exigir um local grande, o que, na mesma proporção, encarece o valor do aluguel.
- Além do valor do aluguel e da garantia, fique atento aos custos de condomínio, taxas, impostos, contas de serviços etc. Tudo vai impactar no custo final mensal da mudança.
- Na hora de escolher o imóvel, atenção à localização: morar perto da faculdade pode facilitar a ida e proporcionar economia com transportes. No entanto, normalmente essas regiões são mais valorizadas, e os valores do aluguel costumam ser mais altos. Faça as contas antes de fechar negócio.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Nova Lei do Inquilinato aquece compra e venda

RIO DE JANEIRO / SÃO PAULO
por Cynara Escobar
Fonte: DCI
As mudanças na Lei do Inquilinato, que entraram em vigor ontem em todo o País, começam a trazer reflexos positivos para as transações de compra e venda de imóveis, afirma o gerente de Estratégia da Apsa, empresa de gestão condominial e negócios imobiliários que atua com comercialização de imóveis usados no Rio de Janeiro. "Saímos de um quadro em que não havia nenhuma procura por este tipo de transação para um crescimento exponencial", afirma.
Segundo ele, a nova lei está motivando a aquisição de novos imóveis para investimento e também atrai quem já tem um imóvel, mas tinha medo de alugar. A mudança é motivada pela segurança jurídica que a nova lei oferece aos proprietários do imóvel. "Em 2010, esperamos um crescimento, mas acho que o mercado sentirá mais em 2011. Este ano, haverá mais movimento de aquisição de imóveis para renda", diz.
Em 2009, a empresa apresentou um crescimento de 80% em vendas e estima que este ano ultrapasse esse índice. "A cidade cresceu muito e a oferta de imóveis é muito baixa. Há poucos espaços para construir novos empreendimentos. A procura é muito excessiva", avalia.
Por isso, a estimativa da empresa para locação é menor. "Em locação, prevemos um crescimento de 15% este ano, ainda aquém do que pode ocorrer em 2011. Este ano, esperamos mais aquisição de imóveis para renda. A oferta para locação só começar a crescer em setembro", estima.
Confira demais notícias do mercado imobiliário no twitter do sindicato - www.twitter.com/sciesp

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Minha Casa, Minha Vida mudará regras e mais pessoas serão incluídas

SÃO PAULO – O “Minha Casa, Minha Vida” incluirá grande número de pessoas que hoje não podem se beneficiar do programa. Atualmente, a renda máxima dos trabalhadores para se encaixar na faixa salarial exigida pelo regulamento é R$ 4.651, o equivalente a dez salários mínimos no valor antigo.
Com o aumento do salário mínimo que entrou em vigor no início de 2010, os dez salários mínimos passam a valer, agora, a R$ 5.100. Logo, as famílias que recebem entre R$ 4.651 e R$ 5.100 também poderão financiar moradias novas com os incentivos previstos pelo programa – especialmente os descontos na documentação para a compra e isenção do pagamento de seguro habitacional.
“Acho de grande importância a inclusão de mais pessoas no programa”, disse o presidente da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio), Luiz Paulo Pompéia . “Esse é um programa que está dando muito certo. Nas últimas três décadas se produziu muito pouco para este segmento, no qual o programa é especializado”, acrescentou.
Nova regulamentação
O Ministério das Cidades confirmou que a alteração das faixas de renda na regulamentação do programa já está em estudo. Porém, ainda não há data prevista para a mudança, que dependerá da aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Isso poderá ser feito tanto por meio de uma portaria quanto por uma instrução normativa.
O Minha Casa, Minha Vida permite o financiamento de imóveis novos no valor de até R$ 130 mil. Até dezembro de 2009, já haviam sido assinados mais de 220 mil contratos - 71 mil para famílias na faixa entre três e seis salários mínimos e apenas 17 mil foram de famílias com renda de seis a dez salários.
A maior parte desses contratos (132 mil moradias) beneficia famílias com renda de até três salários mínimos, segundo informações do ministro das Cidades, Márcio Fortes.
Preço do imóvel
Entidades do setor de construção civil reivindicam, agora, a inclusão de imóveis usados para financiamento por meio do programa.
“Outra coisa interessante que se propõe ao governo é que, como ele aumentou a faixa salarial, por conta do reajuste do salário mínimo, talvez também o valor máximo do imóvel também possa aumentar”, declarou Pompéia. “Se subir para, digamos, R$ 139 mil ou R$ 143 mil, o programa vai conseguir abocanhar uma demanda expressiva que não está sendo atendida”, declarou o diretor da Embraesp.
Fonte: infomoney

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Financiamento imobiliário com poupança fecha ano em R$ 34 bi e bate recorde

Os financiamentos imobiliários com recursos da caderneta de poupança atingiram R$ 34,017 bilhões em 2009, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança). O desempenho superou o registrado no ano anterior (R$ 30,032 bilhões) em 13,3% e bateu novo recorde.
Em números absolutos, as contratações feitas pelos agentes do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) no corresponderam a 302.680 unidades --um aumento de 2,1% ante 2008 (quando o número chegou a 296.454 unidades).
Os dados da Abecip mostram uma alta de 46% nos valores financiados para aquisição, para R$ 20,16 bilhões, ao mesmo tempo em que os recursos para a construção somaram R$ 13,85 bilhões, em queda de 14,6%.
Dezembro
Apenas em dezembro, os financiamentos atingiram R$ 3,82 bilhões, crescimento de 51% ante o mesmo mês de 2008. Na comparação com novembro, houve alta de 5,2%. O número de unidades financiadas ficou em 31.688, contra 25.462 mil no ano anterior.
por Giuliana Vallone
Fonte: Folha Online

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Caixa concedeu 56% a mais de crédito em 2009

Brasília - A Caixa fechou 2009 com crescimento de 56% no crédito total concedido. O volume de crédito oferecido a pessoas físicas, jurídicas e ao setor de habitação somou R$ 125 bilhões, superando, pela primeira vez, a barreira dos R$ 100 bilhões.
Os números foram apresentados há pouco pela presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho, ao ministro da Fazenda, Guido Mantega. Segundo ela, os números ainda são preliminares e o balanço definitivo do banco só será divulgado em fevereiro.
O crédito habitacional fechou 2009 com R$ 46,9 bilhões em empréstimos concedidos. Segundo Maria Fernanda, esse volume representa o dobro do que foi concedido em 2008. Para ela, a atuação dos bancos públicos durante a crise financeira e o programa Minha Casa, Minha Vida foram os principais responsáveis pela ampliação da oferta de crédito do banco. “Por causa da crise, os bancos públicos tiveram de assumir o papel de continuar a conceder crédito no país.”
Maria Fernanda não especificou a parcela do crédito habitacional destinada ao Minha Casa, Minha Vida e disse que os números relativos ao programa serão apresentados amanhã (20) ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Para 2010, a presidente da Caixa afirmou que o banco trabalha com meta de 30% de crescimento no volume de crédito em relação a 2009. Em valores, isso representaria R$ 162,5 bilhões em empréstimos neste ano.
Fonte: Agência Brasil

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Imóveis como bens rentáveis

Pessoas como a consultora Maria do Carmo Nascimento preferem investir em aluguel devido à rentabilidade, à valorização e à garantia de uma velhice tranquila
Enquanto muitos compram um imóvel para realizar o sonho da casa própria, outros preferem adquiri-lo para alugar e ter uma fonte de renda. E o número de pessoas que fazem isso tem crescido ultimamente. A maioria busca a valorização e o investimento a médio e longo prazo, pois o ganho é, muitas vezes, superior a outros tipos de investimentos, por que além do aluguel, o imóvel está sempre se valorizando.
A procura é geral: lotes, casas, apartamentos e salas comerciais. E não é só na região central do DF. Na medida em que o Entorno de Brasília vai crescendo, a demanda por imóveis nessas regiões também aumenta.
Maria do Carmo Nascimento aprendeu com seu avô, José Miguel da Silva e com o seu ex-marido que investir em imóveis é uma maneira de melhorar o patrimônio e um investimento onde não se perde dinheiro. “O meu avô foi um exemplo para mim. Ele investiu em imóveis ao longo da sua vida, criou 10 filhos e viveu seus 95 anos com independência financeira. Sua renda nos últimos anos era composta apenas por aluguéis desses empreendimentos. Morreu no final do ano passado e todos os imóveis de sua propriedade já haviam sido transferidos para os herdeiros, em vida”, relata Maria, que atualmente é autônoma e trabalha com consultoria e treinamento empresarial.
Para ela, comprar empreendimentos como investimento representa, além de renda familiar, uma forma de pensar no futuro. Por enquanto ela possui cinco propriedades, todas quitadas, entre casas, sala comercial e terreno, localizados nas mais diversas regiões do DF. Fora daqui, tem dois terrenos na área rural de Goiás e dois apartamentos ainda na planta, que começou a pagar este ano.
Entre os terrenos comprados e investidos por Maria do Carmo, há um em um condomínio onde futuramente pensa em construir uma casa. “Tenho também dois terrenos rurais que, além de estarem valorizando, mais na frente posso fazer alguma benfeitoria, vai depender do meu estilo de vida nos próximos anos. No início, comprei pensando em uma das minhas três filhas, que é paisagista e poderia usar para o cultivo e comercialização de plantas. Mas a área desses terrenos está se desenvolvendo a cada dia e mais pessoas estão indo morar na região”, afirma.
Como empregar bem o dinheiro
Marcelo Ramos, do WImóveis, diz que o melhor jeito de investir nos empreendimentos imobiliários é em imóveis comerciais. O retorno financeiro é mais favorável para quem quer viver de locação, como pensa também Maria do Carmo. “O aluguel proporciona ao investidor retornos gratificantes, além de ter a tranquilidade financeira por um bom tempo”, declara. Para ela, as maiores vantagens em investir em imóveis são a valorização, o patrimônio, a renda, a garantia de velhice tranquila e de herança, além da independência financeira.
“Tem as desvantagens também. Em Brasília, a todo momento tem uma área nova nascendo.
Investimentos antigos podem se desvalorizar muito rápido. Por isso temos de ficar de olho e observar as tendências. Outro fator é a baixa liquidez, pois vender um imóvel não é tão fácil. Eu não compro o empreendimento pensando em vendê-lo. A menos que seja para investir em algo mais rentável. É necessário acompanhar o retorno do investimento. O mais importante é consultar sempre um especialista no assunto antes de investir o seu dinheiro”, afirma.
O sonho de Maria do Carmo Nascimento é comprar um terreno e construir uma casa em João Pessoa (PB), onde os imóveis são mais baratos do que aqui.
O investimento em imóveis é uma maneira de manter a renda estável, mas exige alguns cuidados e conhecimento do mercado imobiliário, além de tudo o fator principal dessa modalidade é o dinheiro, tem que ter a quantidade suficiente para realizar a compra e ter o retorno esperado.
Fonte: Jornal da Comunidade
Fonte Sciesp: imovel.com

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Para especialista, hora é boa para comprar imóvel

Crédito farto, juros baixos e mais lançamentos vão estimular o mercado, mas antes de entrar no financiamento avalie seu perfil

Este pode ser um bom ano para comprar casa própria e sair do aluguel.
Além da grande oferta de imóveis e de crédito e do programa Minha Casa, Minha Vida, os juros do financiamentos estão no menor patamar da história.
Com todas essas facilidades, já é possível encontrar uma prestação equivalente ao valor do aluguel.
Porém, saber quando é a hora de trocar o aluguel pelo financiamento não é uma ciência exata. Uma das orientações do professor de matemática financeira José Dutra Vieira Sobrinho é que a pessoa não deve comprometer mais que um terço da sua renda com a prestação (veja simulações). Também é preciso ficar atento às condições do crédito, disse o matemático ao Diário de S.Paulo.
Pelos cálculos do professor de economia da PUC-SP Claudemir Galvani, quem ganha até 20 salários mínimos (R$ 10,2 mil) deve optar por comprar casa própria. "O preço que se paga para obter dinheiro financiado está baixo e compensador", afirmou ele.
Mas, antes de se empolgar e partir para um financiamento de 30 anos, é preciso avaliar se tem o perfil para comprar. Em alguns casos, é melhor alugar. "Algumas pessoas, mesmo tendo dinheiro, devem preferir o aluguel. Um exemplo é alguém que não sabe se vai morar na mesma cidade por muito tempo", disse a gerente de vendas da Lello, Roseli Hernandes.
Fonte: Destak Jornal
Fonte Sciesp: imovel.com

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Grupo Santander Brasil destinou R$ 3,7 bilhões para financiamento a construção, de janeiro a novembro de 2009

O mercado de construção de imóveis voltou a aquecer, com reflexos no financiamento a empreendimentos. O Grupo Santander Brasil, que reúne os bancos Santander e Real, destinou R$ 3,7 bilhões ao financiamento de incorporadoras, de janeiro a novembro de 2009. Com este resultado, o Grupo liderou os financiamentos imobiliários neste segmento no período, com 33,6% do mercado. O banco financia atualmente mais de 600 empreendimentos em todo o país, principalmente nas regiões Sudeste, Sul e Nordeste, mas observa tendência de crescimento no Centro-Oeste.

Segundo Alda Lucia Rosselli, superintendente de Crédito Imobiliário – Pessoas Jurídicas da instituição, além da retomada dos projetos das incorporadoras brasileiras, há grande interesse de investidores internacionais no país.

O Grupo Santander Brasil atua em toda a cadeia de produção imobiliária, ou seja, desde o financiamento à construção até o crédito para os futuros moradores, o que gera vantagens tanto para os empresários quanto para os clientes finais. De janeiro a novembro, os financiamentos para pessoa física alcançaram 1,5 milhão.

Fonte: Portal VGV – 14/01/2010
Fonte Sciesp: site imovel.com