quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Universitários aquecem mercado imobiliário na região do Campus

Procura por imóveis cresce até 40% nesse período; dica para quem quer alugar um imóvel próximo as universidades é não deixar para última hora


Erica Rueda

Agência BOM DIA

Recém-formada, a professora de dança Carmelita Croce, que há seis anos veio de Botucatu estudar em Marília, está entre os responsáveis pelo aumento na busca por um imóvel para alugar perto do campus universitário. “Muita gente está procurando. Tem apartamento que fica vago em um dia e já é alugado novamente. Tem que ficar esperto já que aqui é mais barato”, diz Carmelita, que há duas semanas corre atrás de um lugar para morar.

Assim como a professora, a maioria dos estudantes que chegam a cidade procuram por apartamentos ao redor das faculdades. “Eles querem algo que fica próximo devido a locomoção e ao custo baixo. Facilita muito mais a vida deles”, explica Priscila Rodrigues da Silva, atendente de locação.

De acordo com a atendente, o movimento de estudantes na imobiliária começou a aumentar essa semana. “A tendência é que a partir da próxima o fluxo de pessoas seja ainda maior em razão da volta às aulas no início de fevereiro”. Ela diz que a procura já aumentou em torno de 40%.

Em relação a janeiro do ano passado, a demanda agora é grande mas a oferta pequena, conforme explica o atendente de locação Luís Henrique de Brito. Assim, a dica é não deixar a busca para a última hora. “Quanto mais rápido eles puderem dar uma olhada, melhor para escolher o imóvel com calma. Tem que prestar atenção na qualidade dos imóveis, localização e valores”, orienta.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Preços da habitação ficam 5% mais caros em 2010

Por: Gladys Ferraz Magalhães

11/01/11 - 15h19

InfoMoney


SÃO PAULO – Em 2010, os preços de itens de habitação ficaram 5% mais caros que um ano antes, segundo dados divulgados pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Dentre os itens que mais contribuíram para o aumento do grupo, estão o aluguel e o condomínio, que subiram 7,42% e 7,11%, respectivamente, no período analisado.

Considerando somente o mês de dezembro, na comparação com o penúltimo mês do ano passado, os itens de habitação ficaram 0,49% mais caros, com o aluguel residencial subindo 0,73% e o condomínio, 1,04%.

Cidades

No ano, os consumidores que sentiram mais os aumentos na habitação foram os de Belém e Curitiba, onde os preços aumentaram 9,15% e 7,42%. No mês, entretanto, as altas nos preços do grupo Habitação pesaram mais para os moradores de Belo Horizonte (0,91%) e Rio de Janeiro (0,81%), conforme é possível observar na tabela a seguir:





Variação de preços da Habitação


Capital               Dezembro       Acumulado do ano de 2010


Rio de Janeiro     0,81%                           6,22%


Porto Alegre       -0,04%                           3,13%


Belo Horizonte    0,91%                            3,56%
              
Recife                  0,66%                           -0,43%


São Paulo            0,51%                             5,04%


Distrito Federal   0,29%                            6,53%


Belém                  -0,72%                            9,15%


Fortaleza              0,55%                             5,37%


Salvador              0,16%                              5,10%


Curitiba               0,61%                              7,42%


Goiânia                0,39%                              4,44%


Nacional             0,49%                                 5%

Fonte: IBGE

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Veja em quais casos o imóvel está isento de IPTU em São Paulo

Por: Equipe InfoMoney


11/01/11 - 10h30

InfoMoney

SÃO PAULO - Todo começo de ano, os paulistanos recebem em casa o boleto para pagamento do IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano). Neste ano, o documento começa a ser enviado pela Prefeitura de São Paulo no próximo dia 14. Alguns cidadãos, porém, têm isenção do imposto e devem ser notificados. Você sabe quem está livre do pagamento?

De acordo com a Lei 11.614/94, aposentados, pensionistas e beneficiários de renda mensal vitalícia têm isenção do imposto. Para poder contar com o direito, por sua vez, deve-se fazer pedido de requerimento anual, em formulário próprio, fornecido gratuitamente na Praça de Atendimento da Subprefeitura mais próxima*.

Além de estar nas condições acima, a pessoa não pode possuir outro imóvel no município, deve residir na construção isenta de IPTU, ter rendimento mensal que não ultrapasse três salários mínimos no exercício que se refere ao pedido e ter imóvel que não faça parte do seu patrimônio.

Caso tenha o pedido atendido e feito o recadastramento, o proprietário isento deve receber o comunicado sobre o benefício a partir desta terça (11).

Por atividade

Outro critério de isenção do IPTU é pela atividade a que se destina o imóvel. Entidades culturais estão neste grupo. A primeira solicitação de isenção deve ser feita na Prefeitura (Rua Pedro Américo, 32, Edifício Andraus - Centro) e as posteriores devem ser renovadas por meio de formulário específico fornecido no mesmo local.

Dentre os requisitos para o não-pagamento, está o fato de o imóvel ser integrante do patrimônio da entidade. Além disso, a entidade não deve distribuir parcelas de rendas a título de lucro, deve aplicar integralmente no país seus recursos na manutenção dos objetivos institucionais e manter escrituração de receitas e despesas em livros.

As sociedades amigas de bairros e agremiações desportivas, desde que o imóvel seja patrimônio da entidade ou usado exclusivamente como sede, também têm isenção, mediante requerimento de formulário na Prefeitura.

Outras isenções

Também estão isentos de IPTU imóveis usados para fins educacionais - cedidos em comodato ao município, Estado ou União -, da associação de ex-combatentes e que servem de moradia de ex-combatente ou viúva de soldados que lutaram na 2ª Guerra Mundial, imóveis destinados aos consulados e aqueles pertencentes ao patrimônio da CDHU.

Todos os imóveis com valor venal até R$ 73.850 também estão isentos, desde que não sejam terrenos. Também têm direito ao benefício os imóveis com valor venal acima de R$ 73.850 até R$ 97.857, usados apenas como residência e de padrão A, B ou C, dos tipos 1 e 2 – que, por sua vez, podem ser consultados em tabela anexa à lei 10.235/1986, disponível no site da prefeitura **. Neste casos, a não-cobrança é automática, calculada e concedida no lançamento para apenas um imóvel por proprietário.

Já nas residências acima de R$ 97.857 e abaixo de R$ 1195.175, haverá desconto de R$ 39.035 no valor venal, usado para o cálculo do IPTU, concedido automaticamente pela Prefeitura.

*www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/subprefeituras/subprefeituras/telefones_e_enderecos/index.php?p=8830

**ww2.prefeitura.sp.gov.br//arquivos/secretarias/financas/legislacao/Lei-10235-1986.pdf

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Secretário da Habitação Silvio Torres assume a presidência da CDHU

Na presidência da Companhia, Silvio Torres pretende acelerar os programas de atendimento habitacional e investir na regularização de imóveis no Estado

Assessoria CDHU

O secretário Estadual da Habitação, Silvio Torres, assumiu hoje, 10 de janeiro, o cargo de presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU). A posse ocorreu durante reunião do Conselho de Administração, que aprovou a indicação de seu nome para presidir a Companhia. Ele recebeu o cargo do presidente em exercício e Diretor Técnico, João Abukater Neto.

Silvio Torres ressaltou a responsabilidade que assume ao acumular, como seu antecessor, a Secretaria Estadual da Habitação e a CDHU. "Os problemas e as missões quer assumimos são bastante complexas. Temos a incumbência dada pelo governador Geraldo Alckmin de acelerar as obras e buscar atender à enorme carência habitacional do Estado. Para tanto, vamos dar seqüência aos principais projetos em andamento e também estreitar a parceria com os municípios para promover a regularização de núcleos habitacionais construir mais moradias populares". Ele citou, como exemplo, o Programa da Serra do Mar, além das ações de urbanização e remoção de favelas e cortiços, que merecerão o empenho da Companhia.

O novo Secretário Estadual da Habitação e presidente da CDHU foi prefeito de São José do Rio Pardo, deputado estadual e quatro vezes eleito deputado federal. Foi também presidente da Fundação CEPAM (Centro de Estudos e Pesquisas de Administração Municipal).

Alta no índice que reajusta contratos de aluguel estimula negociação

FOLHA DE SP
 
Os inquilinos brasileiros estão enfrentando aumentos salgados no valor dos aluguéis. O IGP--M (Índice Geral de Preços -- Mercado), que serve de referência para o reajuste da maioria dos contratos de locação no país, fechou 2010 com uma alta de 11,32%, a maior desde 2004.

A advogada da ProTeste Polyanna Carlos Silva explica que, se o reajuste pelo índice está previsto no contrato, o locador tem todo o direito de aplicar a taxa. A única opção é tentar negociar.

Silva lembra que, em 2009, o IGP-M teve variação negativa de 1,72%. Quem aceitou não reduzir o valor do aluguel naquela época terá um bom argumento para negociar neste ano, observa.

Como o início de ano é um período de muitos gastos extras, ela sugere também ao locatário que estiver com o orçamento apertado que negocie o adiamento ou o parcelamento do reajuste que seria aplicado já neste mês.

Se está previsto no contrato o reajuste, a mudança do valor é feita automaticamente. Por isso, quem quiser negociar precisa procurar o dono do imóvel ou a administradora com antecedência.

Antes disso, a ProTeste orienta o inquilino a pesquisar em sua região qual o valor cobrado por imóveis do mesmo padrão. Se o preço estiver acima da média, há mais chance de conseguir reduzir.

DIÁLOGO

O consultor de locação do Secovi-SP (sindicato da construção), Cícero Yagi, observa que o relacionamento entre inquilinos e proprietários tem melhorado bastante e que hoje há mais abertura para negociação.

"A cultura do diálogo se consolidou. Hoje, os conflitos são mais raros", afirma.

Apesar disso, ele lembra que a conjuntura é mais favorável aos donos de imóveis. Com a alta da renda, mais pessoas estão buscando casas para alugar sozinhas.

Ao mesmo tempo em que a demanda tem crescido, a oferta de imóveis para alugar diminuiu nos últimos anos em São Paulo. Segundo Yagi, 50% dos imóveis da capital paulista eram destinados à locação há 60 anos. Esse índice caiu para 20% em 2000.

Essa combinação de aumento da procura com queda dos imóveis disponíveis acaba pressionando os preços.

"Na época da inflação alta, o governo interferia no aluguel, o que levou muita gente a vender imóvel para investir no mercado financeiro. Hoje, com o aumento da demanda e a tendência de queda nos juros, as pessoas estão voltando a investir em imóveis."

A boa notícia para os inquilinos é que, após a forte alta de 2010, o IGP-M deve ter uma variação mais modesta neste ano. O mercado acredita que a taxa em 12 meses estará em 5,6% em dezembro.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

'Minha Casa, Minha Vida' usa apenas 22% de verba do Orçamento

Gustavo Patu Sheila D'Amorim

Folha de SP/ DE BRASÍLIA

Uma das principais vitrines da campanha da presidente Dilma Rousseff, o programa habitacional "Minha Casa, Minha Vida" desembolsou no ano passado pouco mais de um quinto do total disponível no Orçamento.

Os dados, fechados ontem no sistema de acompanhamento dos gastos do governo, ajudam a dimensionar o atraso no cronograma oficial --no mês passado, o governo anunciou ter fechado 1 milhão de contratos de financiamento imobiliário, mas sem detalhes quanto ao andamento das obras.

Quando lançou o programa, durante a crise econômica de 2009, foi prometida a construção desse número de moradias, sem prazo definido. Segundo balanço obtido pela Folha, atualizado até 27 de dezembro, apenas 230 mil casas e apartamentos foram efetivamente entregues.

O desempenho do "Minha Casa" comprometeu os resultados totais do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), que reúne os investimentos considerados prioritários pelo governo.

Destinada a financiar a construção e a aquisição de moradias para famílias com renda de até R$ 4.650 mensais, a iniciativa foi contemplada com R$ 7,3 bilhões na lei orçamentária de 2010. Desse total, apenas R$ 1,6 bilhão (22%) foi gasto de fato.

O restante do PAC, composto majoritariamente por obras públicas em rodovias, ferrovias, portos, saneamento e urbanismo, teve taxa de execução de 82%. Com o "Minha Casa", a execução total caiu para menos de 70%.

Procurada pela Folha, a Caixa, principal agente do programa, afirmou que considera as metas cumpridas em razão das unidades contratadas, independentemente da execução orçamentária.

Embora tenha papel decisivo no programa, o dinheiro do Orçamento --ou seja, da arrecadação de impostos-- não é utilizado diretamente nos financiamentos para aquisição de moradias.

A maior parte dos recursos é repassada para bancos ou fundos públicos, para permitir a concessão de financiamentos com juros abaixo dos do mercado. Em outras palavras, são subsídios liberados em benefício dos tomadores de empréstimos, à medida que os contratos avançam.

A Caixa disse não ter dados disponíveis para avaliar a relação entre a baixa execução orçamentária e o estágio dos contratos.

O balanço obtido pela reportagem aponta que, até o dia 27, a contratação somava pouco menos de 940 mil moradias. As mais de 60 mil restantes, portanto, deveriam ser contratadas nos últimos quatro dias do ano.



quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Defesa Civil decreta alerta para deslizamento em 8 regiões de SP

Outras 17 regiões estão em estado de atenção. Medida faz parte de plano preventivo.

G1.com

A Defesa Civil decretou na manhã desta quinta-feira (6) estado de alerta para deslizamento em oito regiões de São Paulo. Na Zona Norte, estão as regiões do Jaçanã, Casa Verde e Pirituba. Na Zona Leste, São Mateus está em alerta. As regiões do Butantã e da Lapa (Zona Oeste), Ipiranga e M’ Boi Mirim (Zona Sul) também estão na lista de regiões com risco de escorregamento.

Outras 17 regiões estão em estado de atenção para deslizamento. Na Zona Norte, estão Perus e Santana. Já na Zona Leste estão Freguesia do Ó, Vila Prudente, Aricanduva, São Miguel Paulista, Penha, Cidade Tiradentes, Itaim Paulista, Ermelino Matarazzo, Guaianases, Itaquera. Na Zona Sul, estão as regiões de Jabaquara, Santo Amaro, Cidade Ademar, Parelheiros e Capela do Socorro.

A medida faz parte do Plano Preventivo de Defesa Civil que usa como base a previsão meteorológica feita pelo Centro de Gerenciamento de Emergências da Prefeitura de São Paulo.

Mapeamento do Rio aponta 18 mil imóveis em áreas de alto risco

Prefeito diz que objetivo é fazer obras de contenção e não reassentamentos.

Líderes comunitários serão capacitados por curso da Defesa Civil.

Carolina Lauriano Do G1 RJ

Um mapeamento das encostas do Rio, realizado pela Geo-Rio, aponta que cerca de 18 mil imóveis, de 117 comunidades, correm alto risco de deslizamento. O estudo, inédito na cidade, foi apresentado nesta quinta-feira (6) e mostra o levantamento geotécnico de 196 comunidades.

“Depois das chuvas de abril vieram várias indagações. A vida inteira a gente ouve que a Geo-Rio tem mapeamento, mas o mapeamento era pouco estruturado”, afirmou o prefeito do Rio, Eduardo Paes. Segundo ele, ainda não é possível identificar o número de famílias em risco, já que o mapameanto foi feito do alto, de helicóptero, com imagens aéreas.

Regiões com mais risco

O mapeamento, que utilizou novas tecnologias como levantamento a laser dos terrenos, teve início após as chuvas de abril de 2010 e foi concluído na última semana. A área mais crítica da cidade é o Maciço da Tijuca. Toda essa região foi mapeada, assim como as adjacências, o que abrange 52 bairros das Zonas Norte, Sul, Oeste e Centro do Rio.

As 10 regiões que mais correm risco de escorregamento em encostas, de acordo com o estudo são: Rocinha, com a estimativa de 1.655 imóveis em risco; Morro do Alemão, com 1.025 casas em risco; Morro do Borel (990); Barão, na Praça Seca (740); Morro do Urubu, em Pilares (545); Bispo, no Rio Comprido (480); Joaquim de Queiróz, no Alemão, (460); Morro dos Macacos, em Vila Isabel, (380); Morro do Vidigal (370); e o Morro da Formiga, na Tijuca (370).

O levantamento também engloba áreas formais da cidade, já que o Maciço da Tijuca tem acesso através de bairros como Cosme Velho, Laranjeiras, Humaitá, Jardim Botânico, São Conrado, Boa Vista, Barra da Tijuca e Santa Teresa. A prefeitura informou que nesses casos, por serem área particular, os proprietários do terreno em área de risco serão notificados a executar o projeto sugerido pela Geo-Rio.

O prefeito disse ainda que o mapeamento permite que a cidade tenha uma previsão mais adequada neste verão. “Vai permitir que a cidade faça políticas públicas mais sérias e faça com que a cidade, não imediatamente, mas que a gente possa parar de sofrer todo ano com aquilo que a cidade sofre, com pessoas morrendo em qualquer chuvinha”, disse Paes.

No estudo, o texto diz que são 21 mil imóveis em alto risco de deslizamento, porém a prefeitura afirmou que cerca de 3 mil dessas moradias já passaram por obras de contenção durante o ano de 2010 e já não correm mais riscos. Para o ano de 2011, estão planejadas obras em cerca de 2.500 moradias.

Estudo será entregue à Dilma

Paes ressaltou que essas famílias que correm risco de perder suas casas atualmente não serão necessariamente removidas. O principal objetivo, segundo o prefeito, é realizar obras para permitir que essas pessoas permaneçam em suas casas. “Se não tiver jeito, aí sim será feito o reassentamento”, afirmou.

Entretanto, já há previsão de reassentamento na comunidade do Chapéu Mangueira, no Leme, na Zona Sul. De acordo com Paes, um prédio será construído, através do projeto Morar Carioca, para famílias que estão desabrigadas. “Mas a absoluta maioria é de não reassentamento”, afirmou o prefeito.

Paes também disse que levará o estudo à presidente Dilma Rousseff para solicitar verbas para as novas obras. O valor, no entanto, ainda não foi definido.

Presidentes de associações terão novas responsabilidades

Nesta manhã, o prefeito se reuniu com 85 lideranças de 117 comunidades para entregar um relatório fotográfico da área de alto risco do local, um manual de orientação da Defesa Civil e ainda um celular para falar diretamente com a Defesa Civil e ainda receber alertas.

As mensagens avisarão sobre a previsão de chuvas e darão alerta de riscos de desabamento, para que os moradores sejam deslocados para pontos de apoio.

De acordo com a prefeitura, a partir da próxima semana mais de 1.200 pessoas, a maioria líderes comunitários, serão treinadas e capacitadas pela Defesa Civil.

Roberta Ferreira, presidente da associação de moradores do Morro do Borel, na Tijuca, Zona Norte do Rio, disse que está otimista com a nova responsabilidade. “Passei o perrengue dessas chuvas, no Borel foram 200 famílias desabrigadas. A gente tem que prevenir esses acontecimentos, vamos avisar com altos falantes e vamos nos preparar para quando a chuva vier não ter mortes”, afirmou.

Segundo ela, o Borel te 20 mil moradores. No período das chuvas de abril de 2010, três pessoas morreram em deslizamentos.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Venda de imóveis cresce 36,6% em nove meses no Grande ABC

Por: Equipe InfoMoney

04/01/11 - 14h33

InfoMoney



SÃO PAULO - As vendas de imóveis no Grande ABC, em São Paulo, cresceram 36,6% entre janeiro e setembro do ano passado, na comparação com o mesmo período de 2009.

De acordo com levantamento realizado pela Acigabc (Associação dos Construtores, Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC), em parceria com o Secovi-SP (Sindicato da Habitação), nos nove primeiros meses de 2010, foram lançadas 6.124 unidades na região.

"A economia vive um momento muito bom, com aumento significativo das renda da população e diminuição do desemprego. Além disso, com o avanço da expectativa de vida e famílias com menos filhos, sobram mais recursos e o mercado consumidor fica cada vez mais forte", explicou o vice-presidente do interior do Secovi-SP, Flavio Amary.

Além disso, segundo Amary, hoje as pessoas procuram imóveis mais cedo. "Jovens casais conseguem juntar as rendas e comprar seu próprio imóvel. E há também muitas pessoas que preferem casar mais tarde, porém procuram apartamentos pequenos para morar sozinhas", disse o vice-presidente.

Expectativa

A expectativa é de que o mercado continue no mesmo ritmo nos próximos anos. "Para falar sobre o futuro do mercado imobiliário, deve-se analisar duas ciências: a economia e a demografia", afirmou Amary.

Para o presidente do Secovi-SP, João Crestana, somando as unidades lançadas no Grande ABC ao deficit habitacional existente no País, nos próximos 12 anos, deverão ser construídas entre 24 milhões e 25 milhões de moradias.

Entre os motivos do bom momento do setor, Crestana citou a facilidade de linhas de crédito e a melhora das condições sociais. "Nos últimos anos, cerca de 30 milhões de pessoas entraram para a classe média e a renda per capita aumentou", disse o presidente do Secovi-SP.

Grande ABC

O Grande ABC tem 2,5 milhões de habitantes e detém uma das maiores economias do Brasil.

De acordo com o IBGE (Insituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a região tem o quarto maior PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, perdendo apenas para São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Câmara estuda proibir venda de vagas a pessoas de fora do condomínio

Por: Equipe InfoMoney


05/01/11 - 12h19

InfoMoney

SÃO PAULO – Os proprietários de imóveis residenciais ou comerciais podem ser proibidos de venderem suas vagas de garagem a pessoas de fora do condomínio em que moram.

A Câmara do Deputados analisa o Projeto de Lei 7803/10, do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), que trata sobre a questão. Pelo texto, entretanto, o aluguel das garagens poderá ser permitido, caso haja autorização na convenção de condomínio.

De acordo com informações da Agência Câmara, Crivella argumenta que a medida trará mais segurança, ao impedir que pessoas estranhas frequentem o prédio.

Processos

A proposta ainda será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Urbano e de Constituição e Justiça e de Cidadania.