quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Após duas altas, venda de casas usadas nos EUA recua 2,2% em outubro


Clarissa Mangueira, da Agência Estado


WASHINGTON - As vendas de imóveis residenciais usados nos Estados Unidos recuaram após dois meses de aumento, à medida que a economia do país continuou fraca e as preocupações sobre problemas em documentos de execuções de hipotecas afastaram os compradores. As vendas de residências usadas recuaram 2,2% em outubro, para uma taxa anual ajustada de 4,43 milhões de unidades, de acordo com a Associação Nacional de Corretores de Imóveis.

Os economistas ouvidos pela Dow Jones esperavam queda de 0,7% das vendas em outubro, para uma taxa anual de 4,50 milhões de unidades.

O declínio se seguiu a dois meses de alta, após as vendas de imóveis usados terem atingido a taxa mais baixa em 15 anos. As vendas de residências usadas cresceram 10% em setembro, para uma taxa de 4,53 milhões, segundo dados não revisados. Em agosto, as vendas subiram 7,3%.

As vendas de imóveis usados recuaram 25,9% em outubro, em comparação com as 5,98 milhões de unidades vendidas no mesmo período do ano passado.

Lawrence Yun, economista-chefe do NAR, prevê que cerca de 4,8 milhões de casas serão vendidas neste ano, o que corresponde a uma queda de 6,6% em relação ao ano passado.

O preço médio dos imóveis residenciais usados caiu 0,9% em outubro, para US$ 170.500, de US$ 172.000 no mesmo período de 2009.

Os estoques de imóveis residenciais usados recuaram 3,4% em outubro, para 3,86 milhões de unidades disponíveis para a venda. O volume representa 10,5 meses de oferta no atual ritmo das vendas, em comparação com 10,6 meses de oferta em setembro. As informações são da Dow Jones.

Fonte: Estadao.com.br

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Encontro Imobiliário - "Utilização das redes sociais a favor do seu negócio"

Cenário atual das redes sociais no Brasil.


Com a consolidação das mídias sociais no comportamento da sociedade, os consumidores passaram a ser mais exigentes, participativos e dinâmicos. Para as empresas é imprescindível ocupar espaços onde os consumidores se encontram, para garantir a visibilidade da marca.

A rede social é uma ferramenta poderosa para as empresas que não pretendem gastar no orçamento com campanhas publicitárias ou divulgação institucional.

A propaganda em redes sociais é uma opção que as empresas têm para mostrar seus produtos ou/e serviços, além de consolidar a marca perante o mercado. É uma oportunidade para os consumidores verem e opinarem sobre os seus produtos e serviços. Dessa forma, conquistando e fidelizando os clientes, uma vez que é um veículo de aproximação e interação entre a empresa e o seu publico alvo.

Segundo Philip Kotler "Um número crescente de consumidores de todas as idades está entrando no Facebook, no Twitter e no Linkedin criando grandes redes sociais. As pessoas estão procurando informações sobre experiências de produtos e serviços de outros consumidores. Um brasileiro que esteja pensando em comprar um carro recém-lançado provavelmente dará mais valor à opinião de seus amigos do que aos anúncios. Muitas conversas nas redes sociais incluem opiniões favoráveis e desfavoráveis a respeito das marcas. Toda companhia agora está em um aquário com muitas pessoas discutindo os méritos de seus produtos e de suas marcas. Com isso, as empresas que não têm qualidade não sobreviverão. Já as fortes ficarão ainda melhores e as fracas se afogarão num mar de discussões negativas".
 
  "UTILIZAÇÃO DAS REDES SOCIAIS A FAVOR DO SEU NEGÓCIO"



Encontro Imobiliário

Data: 23/11/2010
Horário:19h30

Local: Rua Pamplona, 1200 - Edifício Corretor de Imóveis - Jd. Paulista - São Paulo - SP




Não perca o Encontro Imobiliário dessa terça dia 23 de outrubro com o tema: "Utilização das redes sociais a favor do seu negócio" Vagas limitadas!

Comunicação e Marketing Sciesp

Senado rejeita proposta de gratuidade no registro de imóveis para baixa renda

Por: Equipe InfoMoney

19/11/10 - 13h05

InfoMoney


SÃO PAULO - A proposta que garante às famílias de baixa renda a gratuidade do registro da escritura pública de seu único imóvel residencial foi rejeitada pela CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) na quarta-feira (17).

De acordo com informações da Agência Senado, os senadores argumentaram que os cartórios teriam dificuldade em comprovar o direito ao benefício pelas famílias.

“Vai ser muito difícil fiscalizar isso. É melhor que o Estado ofereça subsídios ao financiamento de moradias populares, onde o custo do registro do imóvel já está embutido”, avaliou o senador Aloizio Mercadante (PT-SP).


Senadores



Além de Mercadante, os senadores Demóstenes Torres (DEM-GO), Romero Jucá (PMDB-RR) e Antonio Carlos Júnior (DEM-BA) também foram contrários à proposta.

Antonio Carlos Júnior ainda reformulou o parecer pela aprovação, na forma de substitutivo, elaborado pelo senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) à PEC 55/05.



quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Setor discute rumos em evento em SP

Daniel Junqueira

SÃO PAULO - Lideranças do mercado imobiliário mundial se reuniram ontem (10) na cidade de São Paulo para discutir caminhos para o setor no País, que tem atraído investidores estrangeiros. O "Brazil GRI 2010", realizado pelo Global Real Estate Institute (GRI), juntou representantes do setor público e privado, além de líderes de empresas do segmento do mundo inteiro.

Entre os temas discutidos esteve o futuro do mercado imobiliário no Brasil. Mesmo com a alta dos últimos anos, o setor deve encontrar dificuldades principalmente na área de habitação. Com um déficit habitacional de cerca de 6 milhões de famílias, o País pode enfrentar problemas como falta de material de construção e falta de mão-de-obra.

O programa "Minha Casa, Minha Vida", do governo federal, também foi tema de debate. A aquisição de terrenos para construção de moradias para o programa encontra dificuldades em algumas regiões do País, devido à alta do preço do metro quadrado. Assim, representantes do setor acreditam que será necessário um reajuste no teto de casas que fazem parte do programa, que atualmente é de R$ 130 mil, para se adaptar à realidade de alguns pontos do Brasil.



Outros temas debatidos foram relacionados à investimentos estrangeiros e locais no mercado imobiliário, expansão de investimentos e incorporações para além do eixo Rio-São Paulo e o crescimento dos investimentos em habitação de classes média e alta.

Fonte: DCI

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Financiamentos de imóvel com recurso da poupança crescem 70% neste ano

Por: Evelin Ribeiro

09/11/10 - 16h23

InfoMoney

SÃO PAULO - O volume de empréstimos para a compra de imóvel com recursos da poupança cresceu 70% de janeiro a setembro, frente ao mesmo período do ano passado, para R$ 39,4 bilhões. Desde agosto o montante acumulado em 2010 já supera a totalidade de empréstimos do ano de 2009.

De acordo com dados da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), considerando apenas o mês de setembro, na comparação com o nono mês de 2009, foi registrado crescimento de 49% do valor contratado, uma vez que, em setembro deste ano, o volume foi de R$ 5,36 bilhões.

Unidades financiadas


Nos nove primeiros meses do ano, 304 mil imóveis foram financiados com recursos da poupança, um volume 45% superior ao registrado no mesmo período de 2009.

Somente em setembro, foram 40,3 mil unidades adquiridas por meio de recursos da poupança, 33% acima dos números do mesmo período de 2009.

Em relação ao resultado da poupança no nono mês do ano, os dados mostraram a captação líquida (depósitos menos saques) de R$ 3,76 bilhões, com o saldo atingindo R$ 285 bilhões.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Consórcios de imóveis crescem 7,8% e somam 568 mil participantes

Por: Evelin Ribeiro

08/11/10 - 15h01

InfoMoney


SÃO PAULO – O número de participantes no consórcio imobiliário cresceu 7,8% em setembro, na comparação com o mesmo mês do ano passado, atingindo 568,0 mil pessoas.

De acordo com dados da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), nos nove primeiros meses do ano, as contemplações aumentaram 4,2%, na comparação com o mesmo período de 2009, chegando a 50,0 mil.

De janeiro a setembro deste ano, a comercialização de novas cotas atingiu 169,6 mil, o que representa uma alta de 10,6%, em relação a igual período do ano passado.

FGTS

Segundo a Abac, de março a outubro de 2010, 2.659 participantes utilizaram o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de serviço) para quitação ou amortização de parcelas de consórcio, num total de R$ 45,2 milhões.

Geral

Considerando todos os grupos - veículos, imóveis, bens móveis duráveis e serviços -, o número de participantes ativos no sistema de consórcio chega a mais de 3,95 milhões em 2010, o que representa uma alta de 5,9% em comparação com o ano passado.

As vendas de novas cotas cresceram 6,2%, no acumulado do ano, chegando a 1,55 milhão, enquanto as cotas contempladas somaram 731,9 mil no mesmo período.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

FGTS pode ser usado para abater dívida de imóvel

Prática é pouco comum, mas especialistas afirma que em alguns casos vale a pena


07 de novembro de 2010
19h 48

Roberta Scrivano, do Economia & Negócios

SÃO PAULO - Usar o saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para dar entrada na compra de um imóvel é prática comum no mercado nacional. Poucos sabem, no entanto, que também é possível utilizar esses recursos para quitar prestações do financiamento imobiliário, pagar parcelas em atraso e até para liquidar totalmente a dívida.

Segundo especialistas, todas as alternativas são interessantes, mas é preciso analisar cada situação individualmente antes de optar por alguma delas. "Na agência da Caixa Econômica, eles auxiliam o cliente a tomar a melhor decisão fazendo cálculos", diz Mário Avelino, presidente do Instituto FGTS Fácil.

Teoricamente, a alternativa que possibilita a liquidação ou amortização do saldo devedor é mais vantajosa, uma vez que o cliente antecipará o pagamento e terá desconto nos juros do financiamento. "Às vezes, o cliente não tem crédito de FGTS suficiente para quitar o saldo devedor, mas apenas para pagar algumas prestações. Neste caso, ele opta pela segunda alternativa", diz José Maria Leal, superintendente Nacional de FGTS da Caixa Econômica Federal.

Além do saldo insuficiente, há algumas regras da Caixa que impedem determinados clientes de usufruir dessas opções. Por exemplo: para quitar a dívida com o banco, o cliente não pode ter nenhuma prestação do financiamento atrasada.

Já para programar a quitação das parcelas, o trabalhador precisa ter um volume de saldo suficiente para garantir o pagamento de, no máximo, 80% do valor da parcela pelos próximos 12 meses. "Não é possível pagar 100% do valor da parcela com esses recursos", reforça José Maria Leal, da Caixa.

Até o fim de agosto deste ano, a Caixa registrou mais de 650 mil saques do FGTS para aplicação em moradia. No total, foram movimentados R$ 4,6 bilhões. Segundo o superintendente do banco estatal, "a maior parte desse volume" é utilizada para dar entrada no primeiro imóvel.

A Associação Nacional dos Mutuários (ANM), instituição que auxilia proprietários de imóveis com dificuldades ou dúvidas sobre financiamentos, confirma que há um grande desconhecimento da população sobre as possibilidades de usar o FGTS na quitação das dívidas imobiliárias.

Segundo a associação, pelo menos 300 ações judiciais tiveram determinação de pagamento da dívida com o saldo do FGTS dos inadimplentes durante 2009. "O desconhecimento da população sobre os usos do FGTS é tamanho que temos de ir à Justiça resolver formalmente questões simples como essas", afirma Thais Asprino, advogada especialista em mercado imobiliário do escritório Augusto, Asprino & Camazano.



Fundo de investimento



Avelino, do FGTS Fácil, lembra que, em breve, deve estar disponível no País a possibilidade de aplicar os recursos do FGTS em um fundo de investimento que reunirá os projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). "Os trabalhadores devem ficar atentos à essa opção porque será muito vantajosa."

A liberação dessa possibilidade depende da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Consultada pela reportagem, a CVM afirmou que esse processo "deve passar para uma fase de elaboração de uma norma. Depois de elaborada e aprovada internamente, a norma deve passar por um período de audiência pública" para, depois entrar em vigor.

O diretor do FGTS Fácil lembra que nos últimos dez anos, o FGTS acumulou rendimento de apenas 65%. "Enquanto isso, as ações da Petrobrás que foram compradas há uma década com os recursos de trabalhadores renderam mais de 600%", diz, para demonstrar como a rentabilidade do FGTS é baixa e o quão vantajoso é aplicar esse recurso em outro investimento.

Fonte:  Estadao.com.br

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Segunda fase do Minha Casa, Minha Vida terá moradias com energia solar

Por: Gladys Ferraz Magalhães
04/11/10 - 17h29
InfoMoney



SÃO PAULO - A segunda fase do programa habitacional do governo federal Minha Casa, Minha Vida terá moradias com energia solar.

Segundo a secretária nacional de Habitação, Inês Magalhães, os novos empreendimentos destinados às famílias com renda máxima de três salários mínimos terão, obrigatoriamente, de contar com painéis solares para aquecer a água do chuveiro.

“O objetivo do aquecimento solar é, além da preservação da energia, também contribuir para a sustentabilidade econômica, barateando custo da energia, aliado a um processo de educação dessas famílias, que devem fazer um uso racional da água e da energia”, disse a secretária, conforme publicado pela Agência Brasil.

A medida é válida para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do País e beneficiará cerca de 300 mil a 400 mil famílias.



Sustentabilidade


Ainda com o objetivo de garantir a eficiência de recursos, o Ministério das Cidades pretende estimular o reaproveitamento de água nas habitações da segunda fase do Minha Casa, Minha Vida. Neste caso, entretanto, o sistema de reuso da água não será obrigatório.

A segunda edição do programa entrará em vigor a partir de 2011 e terá 2 milhões de residências, das quais 1,2 milhão serão para famílias com renda máxima de três salários mínimos.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

BHG inicia construção de "hotéis econômicos" em Itaguaí

Sérgio Vieira, do R7
03/11/2010 às 14h30
 
O mercado imobiliário do Rio de Janeiro está em expansão cada vez maior desde que foi anunciada a Olimpíada e a Copa do Mundo na cidade. A “menina dos olhos” do momento é o setor hoteleiro, que precisa elevar em 8 mil o número de quartos disponíveis até junho de 2016, abertura dos Jogos Olímpicos.

Parte desse movimento começa a se tornar realidade com o anúncio da BHG (Brazil Hospitality Group). A empresa assinou um documento com a empresa AC Lobato para o desenvolvimento de um Hotel Tulip Inn em Itaguaí, no Rio de Janeiro, empreendimento que está sendo denominado como “hotel econômico”.

O município de Itaguaí é cortado pela Rodovia Rio-Santos, distante 80 km do Rio de Janeiro e está inserido no maior eixo de desenvolvimento econômico do Estado do Rio de Janeiro. A unidade terá padrão três estrelas limited services (com serviços limitados – fator determinante para que a construção recebesse o título de econômico) e será o primeiro hotel construído pela BHG, terceira maior rede hoteleira do Brasil.

A unidade de Itaguaí possuirá 189 quartos, restaurante com capacidade para cerca de 100 pessoas, além de estacionamento com 200 vagas.

Segundo o presidente da BHG, Pieter Jacobus F. van Voorst Vader, este investimento vai proporcionar a expansão do Porto de Itaguaí (futuro Porto Sudeste), a conexão com o Arco Metropolitano e os investimentos de empresas de grande porte como: CSN, Vale, LLX, Odebrecht e Petrobrás, que vão nortear o desenvolvimento da região pelos próximos anos.

- O empreendimento de Itaguaí terá novas características, que chamamos de ‘limited services”, uma forma de reduzir o valor da diária sem diminuir a qualidade do produto”. Este é o primeiro projeto dentro de um plano ambicioso da companhia de desenvolvimento e construção nos próximos cinco anos de mais de 4.000 quartos em 30 cidades que apresentam forte demanda e potencial de crescimento do turismo de negócios, como Itaguaí.

Um exemplo recente do potencial econômico da região é a implantação, em fase final, de um complexo siderúrgico da ThyssenKrupp CSA com investimento estimado em torno de € 4,5 bilhões. que contará com dois terminais portuários e poderá elevar em até 40% os níveis de exportações de aço do mercado nacional.

Fonte: R7.COM



quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Investimento: imóveis dos EUA só se valorizarão dentro de 3 ou 5 anos

Por: Tabata Pitol Peres

02/11/10 - 17h42

InfoMoney

SÃO PAULO – Embora o momento seja propício para quem quer investir em imóveis no exterior, é preciso ter em mente que a valorização dos imóveis não acontecerá no curto prazo.

“Para os brasileiros que querem investir em um imóvel nos EUA esse é um ótimo momento. O setor imobiliário do país não está totalmente recuperado da crise, o que significa que os preços continuam desvalorizados e baratos. Além disso, com a valorização do Real frente ao dólar, os preços estão ainda mais atrativos. Porém, o momento é de recuperação e os preços podem demorar a subir, e isso deve ser considerado pelo investidor que pensa em comprar e vender mais tarde, por um valor mais alto”, alerta o presidente de Relações da NAR (National Association of Realtors) – entidade parceira do Secovi-SP -, Marco Fonseca.

Para Fonseca, essa valorização só acontecerá no médio prazo. “Eu diria que em um cenário otimista os preços começarão a subir dentro de três anos. Em um cenário mais realista 5. Para quem pode esperar esse tempo, esse sem dúvidas será um bom negócio”.



Cuidados



Para quem optar pela compra de um imóvel no exterior, é preciso ficar atento há alguns fatores. “Eu diria que, um dos mais importantes é a localização. Não adianta comprar algo barato em um lugar não valorizado”, explica.

E completa: “uma dica é conhecer a rede de escolas do local. Aqui as pessoas não escolhem onde irão estudar, é o governo quem as aloca na unidade mais próxima a sua residência, por isso as áreas próximas às escolas públicas, que costumam ser melhores que as particulares, são mais valorizadas. Além disso, estados no sul do país também são melhor vistos, por serem considerados lugares de acesso estratégico para a América Latina”.

Além das dicas, Fonseca afirma que contratar profissionais especializados para fecharem a negociação é quase essencial. “Até os americanos contratam especialistas na hora de comprar um imóvel. Para os brasileiros, que estão distantes, isso é quase fundamental. Ter um bom corretor, um advogado e um contador ajuda a não tomar decisões que possam trazer prejuízo. É como ir a um safári: você pode ir sozinho ou com um guia, mas de que forma se sente mais seguro?”, finaliza o executivo.