sexta-feira, 14 de maio de 2010

CEF emprestou mais de R$ 21 bilhões em financiamentos imobiliários neste ano

Por: Camila F. de Mendonça
13/05/10 - InfoMoney


SÃO PAULO – Nos quatro primeiros meses deste ano, a Caixa Econômica Federal emprestou R$ 21,17 bilhões em financiamentos imobiliários. O valor é 123% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, quando R$ 10,18 bilhões foram emprestados pelo banco.
O valor total alcança os R$ 22,7 bilhões, considerando o período até o dia 10 de maio. Esse montante representa quase o total oferecido ao longo de 2008, quando os contratos fechados alcançaram os R$ 23 bilhões, de acordo com dados do balanço divulgado nesta quinta-feira (13) pela Caixa.
De janeiro a abril deste ano, foram fechados 4.290 contratos por dia, em média. O volume é 116,7% maior que o registrado no mesmo período de 2009, quando 2.550 contratos foram fechados por dia. Em valores, foram movimentados diariamente R$ 261 milhões por dia.
“Embora a Caixa esteja dando grande ênfase ao Programa Minha Casa, Minha Vida, a ampliação do crédito imobiliário vem ocorrendo em todos os segmentos, inclusive para a média e alta renda”, afirmou, por meio de nota, o vice-presidente de Habitação do banco, Jorge Hereda.
Simulador
De acordo com o balanço, o número de simulações feitas por meio do site da CEF também registrou recorde. No início de maio, foram feitas 143.316 simulações de financiamento imobiliário. O número é o terceiro maior desde a criação do simulador e o maior dos últimos 12 meses.
O número de acessos registrados só não é maior que o registrado em abril e maio de 2009, quando 201.311 e 164.328 simulações foram feitas, na ordem. Naqueles meses, o Minha Casa, Minha Vida estava sendo lançado.
Com Feirão, média de contratação deve ser maior
Segundo a CEF, o Feirão da Casa Própria, que será realizado em 13 cidades brasileiras, deve aumentar a média diária de contratação de financiamentos para os próximos meses.
Esta sexta edição do evento oferece mais de 450 mil imóveis, dentre novos, usados e na planta. Destes, 200 mil serão ofertados por meio do programa habitacional do governo. A expectativa é movimentar mais de R$ 3,5 bilhões no evento deste ano, que vai até 11 de junho.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Feirão da Casa Própria começa hoje em SP

Em todo o país 450 mil moradias serão vendidas, 200 mil dentro do Minha Casa, Minha Vida, para famílias com renda de até R$ 4.650

Programa permite uso de FGTS para imóveis de até R$ 130 mil; comprador deve checar condições do crédito e de entorno de imóvel

TATIANA RESENDE DA REPORTAGEM LOCAL
Jornal Folha SP

Com foco na elevação dos números do Minha Casa, Minha Vida, começa hoje o Feirão da Casa Própria em São Paulo, realizado pela Caixa Econômica Federal. Das 151.845 unidades disponíveis, 35.919 estão dentro das regras do programa.
Em todo o Brasil, onde mais 11 eventos serão realizados até junho, serão cerca de 200 mil moradias entre as 450 mil que estarão à venda, de acordo com o banco, que ainda não compilou os números exatos pois nem todas as construtoras repassaram as ofertas. O Minha Casa, Minha Vida usa o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), com juros mais baixos do que aqueles oferecidos com recursos da poupança, e é destinado a imóveis de até R$ 130 mil e famílias com renda até R$ 4.650 por mês. Segundo o último balanço, foram 429 mil contratos assinados até o dia 3, totalizando R$ 28,6 bilhões em investimentos. A meta do governo federal é atingir 1 milhão de moradias até dezembro.
"O público do feirão representa o deficit habitacional brasileiro e, neste ano, temos mais ofertas para essa faixa da população", afirma Válter Nunes, superintendente regional da Caixa em São Paulo, lembrando que, em 2009, havia 28 mil imóveis que se enquadravam no programa federal no Estado. Entre janeiro e março, a Caixa foi responsável por 73% de todas as concessões de crédito imobiliário (em valor) no país, elevando a fatia contabilizada no acumulado de todo o ano de 2009 (71%), quando os bancos privados ficaram receosos devido ao agravamento da crise e perderam participação nos empréstimos com recursos da poupança.
No primeiro quadrimestre, a Caixa registra R$ 21,2 bilhões em financiamento imobiliário, mais do que o dobro (124%) contabilizado no mesmo período de 2009. Para famílias com renda mensal acima de R$ 4.650 e até R$ 4.900 que querem comprar imóveis de até R$ 130 mil, também é possível usufruir das mesmas taxas de juros, mas as condições para o seguro são diferentes. Acima desses patamares, o crédito liberado usará recursos da poupança, com juros de até 13% ao ano, mais TR.
A vantagem para quem está procurando um imóvel é encontrar no feirão todos os agentes da cadeia, como construtoras, corretores, cartórios e técnicos do banco responsáveis por liberar os financiamentos.
Antes de se comprometer por um financiamento que pode durar 30 anos, é preciso avaliar as condições do empréstimo, e não apenas o valor da prestação. William Eid Júnior, coordenador do Centro de Estudos em Finanças da FGV, aconselha os futuros mutuários a observarem a estrutura do imóvel e do seu entorno, o que inclui transporte e segurança.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Entrevista: José Celso Martins

A Mediação e a Arbitragem são meios alternativos, seguros e rápidos de resolução de litígios. Para tratar sobre o tema, o sindicato convidou o dr. José Celso Martins, presidente do Tribunal Arbitral de São Paulo – TASP.



Mais informações no twitter do sindicato: www.twitter.com/sciesp

Com FGTS, consórcios de imóveis registram recorde em número de participantes

Por: Camila F. de Mendonça
11/05/10 - InfoMoney

SÃO PAULO – A ampliação das opções de uso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) em consórcios de imóveis fez esse tipo de comercialização registrar recorde no primeiro trimestre deste ano.
Os dados divulgados pela Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios) apontam para um crescimento de 18,1% no acumulado dos primeiros três meses deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, no número de novos consorciados. Ao todo, até março, 56 mil novas cotas foram comercializadas, enquanto que nos primeiros três meses de 2009 eram 47,4 mil.
“Não pagar juros, parcelar integralmente o valor do bem e poder utilizar o FGTS na amortização, liquidação e pagamento de parte das prestações ou para ofertar lances têm sido as principais razões para o crescimento dos consórcios de imóveis, especialmente no primeiro trimestre deste ano”, afirmou, por meio de nota, o presidente executivo da Abac, Paulo Roberto Rossi.
Comercializações e contemplações
Em março deste ano, havia 545 mil consorciados ativos no ramo de imóveis – a maior marca da história. O número está 5,2% acima do registrado no mesmo período do ano anterior, quando foram vendidas 518 mil cotas.
Considerando o primeiro trimestre deste ano, as contemplações (momento em que os consorciados têm a possibilidade de adquirir seus imóveis) chegaram a 17,1 mil, volume 14% maior que as 15 mil do mesmo período do ano passado.
Considerando todas as categorias do sistema de consórcios, há mais de 3,8 milhões de participantes, que entraram no sistema para adquirir todos os tipos de bens, como veículos, imóveis e serviços.
Consórcio ou financiamento?
Na hora de escolher entre o financiamento e o consórcio para adquirir o imóvel, é importante ficar atento para as vantagens e desvantagens de cada opção e também ao seu perfil de comprador.
Enquanto é possível ter as chaves do imóvel assim que o financiamento é liberado, pelo consórcio é preciso aguardar ser sorteado para ter acesso ao crédito.
Por outro lado, nesta modalidade não são cobrados juros, apenas taxas de administração. Além disso, não é preciso dar qualquer tipo de entrada para ingressar no sistema, ao passo que, nos financiamentos, um bom valor inicial ajuda na diminuição do prazo e, consequentemente, na redução dos juros pagos.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Futuro Profissonal – “Banco de Talentos”
O Sciesp oferece ao sócio-estagiário, através do programa Banco de Talentos, a oportunidade de ingressar de forma prática e segura no mercado imobiliário.
Além dos alunos do curso de TTI, os profissionais autônomos e as imobiliárias que estiverem à procura de estagiários qualificados podem entrar em contato com o sindicato para recrutar entre os estudantes ávidos para aprender o dia a dia da profissão.
“Para fazer parte do programa é necessário que as imobiliárias e os profissionais autônomos preencham os requisitos estabelecidos pelo Banco de Talentos,” destacou Vanessa Silva, advogada do sindicato.
O Sciesp possibilita à categoria e aos estudantes da corretagem, uma formação integral, ingressando-os no mercado de trabalho e, habilitando-os a exercer a arte da intermediação imobiliária. “Neste caso, o sindicato funciona como um elo de integração,” esclarece Alexandre Tirelli, vice-presidente do Sciesp.
Os estudantes que ainda não desfrutam do benefício gratuito, podem entrar em contato pelos telefones abaixo ramal 31 para adesão ao programa.

Lei 6530/78 completa 32 anos de glória
No próximo dia 12 de maio, a categoria profissional comemora o 32º aniversário da Lei 6530/78, com a realização de uma missa, às 12 horas na Praça da Sé, organizado pelo Conselho Regional de São Paulo.
A Lei 6530/78 valoriza a categoria ao fixar deveres de conduta profissional para o exercício da corretagem imobiliária, bem como as penalidades em caso de desobediência as determinações nela contidas.
A promulgação da lei ocorreu após longos esforços para discriminar disciplinas e formatar um curso de qualificação para o corretor de imóveis. Segundo o prof. dr. Paulo Nathanael Pereira de Souza, responsável pela elaboração do currículo que embasou a formação do Técnico em Transações Imobiliárias, comemorar esta data é um verdadeiro reconhecimento e agradecimento aos baluartes desta profissão. “Fazer parte desta história é um grande orgulho, mas acima de tudo, colaborar com uma categoria que corresponde a todas as expectativas que lhe são impostas é ainda mais satisfatório,” acrescentou Nathanael, que também é reitor da UNISciesp.


A intermediação imobiliária que é regulamentada por lei exige a formação de Técnico em Transação Imobiliária e o registro no Conselho Profissional, o que dá confiabilidade e a certeza de que os participantes da transação imobiliária estarão realizando negócios em segurança.
A Escola Técnica mantida pelo Sciesp, que ministra o curso de TTI, participa da Campanha de Valorização Profissional concedendo bolsa de estudos de 50% do investimento aos filhos(as) dos corretores de imóveis. A diretoria do sindicato acredita que esta iniciativa agregada à experiência dos pais possa estimular um futuro profissional de sucesso aos novos corretores.

2º Enbraci terá palestrante internacional
Criado pelo Sistema Cofeci-Creci para propiciar reciclagem e aporte de informações privi-legiadas aos corretores de imóveis de todo o país, além de novas oportunidades de negócios, o 2º Encontro Brasileiro de Corretores de Imóveis terá palestrante internacional em sua programação.
Marcado para os dias 27 e 28 de maio, em Brasília, o 2º Enbraci dará um panorama do que está acontecendo no mercado imobiliário no Brasil e no mundo, e quais as perspectivas de evolução para o setor.
As inscrições, informações e atualizações sobre a confirmação de novos convidados já estão disponíveis no site www.enbraci.com.br. Há preços especiais para estudantes e corretores de imóveis.

Sciesp apoia a reciclagem

O Sciesp realiza trabalho em prol da preservação do meio ambiente. Este projeto visa conscientizar a população da importância da reciclagem para evitar a poluição e facilitar o reaproveitamento das sucatas pelas indústrias. A única forma de evitar grandes tragédias é a conscientização da população para que esta possa contribuir positivamente. O sindicato já adotou sistemas como o de coleta seletiva de papel, plástico, vidros e metais, materiais de difícil decomposição e que podem ser reaproveitados. Corretor faça você também a sua parte!

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Feirão da Casa Própria: saiba como evitar problemas na escolha do imóvel

Por: Evelin Ribeiro
07/05/10 -InfoMoney

SÃO PAULO – O Feirão da Caixa, evento da Caixa Econômica Federal organizado para estimular a venda e o financiamento de imóveis, começa nesta sexta-feira (7) com a oferta estimada em 450 mil unidades, entre novos, usados e na planta. Serão 13 capitais percorridas, começando por Belém (PA), seguida por Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Uberlândia.

Para evitar os vários problemas relacionados a financiamentos negados, imóveis danificados, cobranças de taxas de condomínio em atraso, imóveis ocupados e até atraso na entrega das casas e apartamentos em construção, o presidente do Ibedec (Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo), José Geraldo Tardin, dá algumas dicas para os candidatos à compra de imóveis.

A primeira é pesquisar o preço. "Para fazer um bom negócio, é preciso saber o valor médio de outros imóveis com as mesmas características do que você pretende comprar e já determinar o valor máximo que você pretende pagar pelo imóvel".

Portanto, é válido investigar se há outro imóvel à venda no mesmo prédio ou condomínio, para saber o valor de mercado. Da mesma forma, uma pesquisa com imobiliárias na região pode ajudá-lo a detectar o preço médio do metro quadrado.
O que estou comprando
Conheça o imóvel por dentro e faça uma vistoria detalhada antes de fechar negócio. Segundo o Ibedec, "é muito comum, principalmente em imóveis ocupados, que, ao tomar posse do imóvel, o comprador se depare com luminárias, armários, torneiras e até partes de gesso arrancadas e que constavam quando da primeira visita".

Se o imóvel que você vai comprar está pronto, novo ou usado, procure se certificar de que não há outras dívidas pendentes, como condomínio e IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). Essas dívidas são de responsabilidade do antigo proprietário, que deverão ser quitadas pelo banco ou pelo vendedor do imóvel.
Um dos problemas mais comuns ocorre quando o imóvel adquirido está ocupado. Nesse caso, o conselho do Ibedec é não comprar. "Se, mesmo assim, você ainda estiver determinado a arriscar fazer um bom negócio, seu primeiro passo é fazer uma visita ao imóvel e tentar conversar com o ocupante sobre a situação dele e se o mesmo vai ou não desocupar o imóvel amigavelmente", recomenda Tardin.
Taxa de juros
Outra dica é pesquisar a taxa de juros. "Não é só a Caixa que faz financiamentos para habitação. Todos os bancos do país fazem. E a taxa de juros varia conforme sua renda, o valor do imóvel e o valor do financiamento", alerta o especialista.

Nesse quesito, a internet pode ajudar, pois todos os bancos têm simuladores on-line de financiamentos. Dessa forma, o interessado pode saber o CET (Custo Efetivo Total do Financiamento), que mostra quanto o financiamento vai custar, incluindo todas as taxas administrativas e tributos cobrados pelo banco.

Panfletos, anúncios e escritos feitos pelos vendedores são válidos como prova, na Justiça, caso seja necessário. Por isso é recomendável guardar tudo.

Vou conseguir pagar por tanto tempo?
O prazo do financiamento é outra coisa que, de acordo com o Ibedec, merece atenção redobrada do consumidor. “Ao financiar um imóvel em 30 anos, você pagará 4,5 vezes o valor de mercado do imóvel, entre juros, capital e correção monetária. Ao financiar em 20 anos, você pagará 3,5 vezes o valor de mercado do imóvel. Sabendo disto, procure comprar o menor imóvel dentro de suas necessidades atuais, dê o máximo de entrada possível e financie pelo menor prazo dentro de sua capacidade de pagamento”.

O Ibedec recomenda nunca comprometer mais de 15% da renda com o pagamento da primeira parcela do financiamento. “E não caia na tentação de comprometer 30%, conforme muitos bancos orientam. Lembre-se de que o prazo é muito longo, dificuldades e crises acontecem sempre e com todos e comprometer menos seu salário é caminho certo para não haver surpresas desagradáveis no futuro”.

Outros custos
Além das parcelas do financiamento, há despesas de escritura e ITBI (Imposto sobre Transferência de Bens Imóveis) para registrar a transação em cartório. Estes custos podem chegar a 3% do valor de mercado atual do imóvel, portanto, ou você tem de ter esta reserva em dinheiro ou precisa já incluir estes custos no financiamento.

Tardin ainda lembra que “estas são algumas dicas, dentre dezenas de problemas que podem acontecer na compra de um imóvel". E finaliza: "na dúvida sobre qualquer situação, procure um órgão de defesa do consumidor, como o Ibedec ou Procon".

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Imóveis: prefeitura de SP quer aumentar adesão a programa que isenta do IPTU

Por: Equipe InfoMoney
06/05/10


SÃO PAULO – A Prefeitura de São Paulo pretende estimular os proprietários de imóveis da área central da cidade a aderirem ao Programa Lei das Fachadas Históricas, que garante a isenção por dez anos da cobrança do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) a quem decide pelo restauro de imóveis tombados.
A iniciativa faz parte de um plano de ação da Secretaria Municipal de Habitação (Sehab).
Segundo um levantamento realizado pela secretaria, só 17 imóveis se utilizaram desse incentivo, desde que a lei entrou em vigor, há 13 anos. Contudo, a partir de agora, a Sehab pretende estender o foco na região central da cidade, onde encontram-se 1.500 imóveis tombados.
"A verdade é que a Lei 12.350 se encontrava em total desuso. Começamos então, em 2009, a mapear as propriedades, considerando sua utilização, seu estado de conservação, tamanho e outras variáveis. Consultamos também empresas especializadas em recuperação de fachadas, para definir o investimento necessário para cada proprietário", explica o coordenador do programa, Ulisses Carraro.
Incentivos
A meta da secretaria é comunicar por carta, já nos próximos meses, todos os proprietários sobre a situação de seus imóveis. O objetivo será incentivá-los a realizar a restauração.
Na avaliação da Sehab, além da isenção do IPTU, o dono terá a propriedade valorizada pelo acabamento. A secretaria ficará responsável pelo auxílio com as informações sobre todo o processo burocrático da ação.
De acordo com Carraro, os patrocínios vindos da iniciativa privada ajudariam a bancar todo o restauro. E, segundo ele, já existem processos bem avançados como, por exemplo, o que envolve o edifício Copan.
"Seria fantástica a recuperação desse marco arquitetônico da Cidade, com pouco ou nenhum ônus aos proprietários dos apartamentos. Para as empresas, participar de um projeto dessa envergadura traria um retorno em mídia enorme. Nosso objetivo é que 20 imóveis sejam restaurados no espaço de um ano", diz.
Ainda no que se refere ao Programa Lei das Fachadas Históricas, o proprietário é obrigado a realizar limpezas das fachadas a cada cinco anos (Lei 10.598/88).

terça-feira, 4 de maio de 2010

Entrevista: Toni Kasai

Recentemente o Brasil inteiro ficou comovido com a situação dos moradores do morro Bumba, no Rio de Janeiro. Este é só um exemplo, dos muitos que temos espalhados pelo Brasil e também pelo Estado de São Paulo. Recentemente, o governo estadual realizou intervenções no Parque Estadual da Serra do Mar. Para tratar de um assunto tão delicado como este, o Sindicato trouxe até você, corretor de imóveis, o Diretor do Departamento de Gerenciamento de Emergências e Capitão da Polícia Militar Toni Kasai.

Mais informações no twitter do sindicato www.twitter.com/sciesp
VI Workshop é um Sucesso


A UNISciesp promoveu o VI Workshop Especialistas em Consultoria Imobiliária, na última quarta-feira. Alguns dos mais destacados profissionais do mercado imobiliário protagonizaram a exposição de painéis com assuntos relevantes do dia a dia do corretor de imóveis. O tema “Sustentabilidade e o Mercado Imobiliário”, considerado a grande novidade da sexta edição do Workshop, foi ministrado por Orlando Almeida Neto, diretor de desenvolvimento da Triumpho e Roberta Bigucci, diretora administrativa da MBigucci. “Acreditamos que o sucesso do curso esteja diretamente relacionado tanto ao interesse do corretor em tornar-se um profissional de destaque quanto pelas disciplinas abordadas que auxiliam de forma muito positiva o exercício da profissão,” avaliou Alexandre Tirelli, vice-presidente do Sciesp.
A XIII edição do curso Especialista em Consultoria Imobiliária – ECI que é oferecido aos corretores de imóveis e demais profissionais do segmento, começa hoje. O curso, instituído pelo Sciesp, tornou-se referência em ensino de qualidade para quem almeja se destacar em sua atividade. Os alunos recebem certificado de “Consultor Imobiliário” desde que freqüentem 75% das aulas e apresentem trabalho de conclusão.
Abrace a possibilidade de vencer como profissional, consolidar a carreira e garantir um futuro de tranquilidade. Os interessados devem entrar em contato através do telefone (11) 3051-6155 ou pelo e-mail: inscricoes@sciesp.com.br - Vagas Limitadas.

UNISciesp - Encontro Imobiliário


04/05 – Sede –
"Ocupações em áreas de risco”, com Capitão PM Toni Kasai
05/05 – Campinas – "Arquitetura para o dia a dia do corretor de imóveis”, com Wellington Sendas
12/05 – Santos – "Economia legal de impostos e transações imobiliárias”, com Ricardo Monteiro
27/05 – SJC – "Marketing para os Lançamentos”, com Edson Simões
Participe! Os encontros ocorrem sempre às 19h00 e a participação é garantida mediante a doação de 2 kg de alimentos não perecíveis. As inscrições podem ser feitas através do telefone (11)3051-6155 e pelo e-mail inscricoes@sciesp.com.br – Vagas Limitadas. Confira a programação também pela TV O Corretor através do site http://www.sciesp.org.br/



Seja um Corretor de Imóveis de Sucesso
A Escola Técnica mantida pelo sindicato oferece o curso de Técnico em Transações Imobiliárias, que garante o exercício legal da profissão. Há mais de uma década a Ebrae forma os profissionais da corretagem imobiliária através do inovador método de ensino a distância, o que garante formação de qualidade com flexibilidade de horários. O aluno da Ebrae também se beneficia do aproveitamento de estudos anteriores e ainda possui a vantagem de se tornar sócio estagiário do sindicato e desfrutar dos mais variados benefícios oferecidos. Para a matrícula, são necessários 18 anos completos e cópia dos seguintes documentos:
- 1 do RG
- 1 do CPF
- 1 do Título de eleitor
- 1 da certidão de nascimento ou casamento
- 1 do comprovante de endereço
- 1 foto 3x4
- 1 autenticada do Certificado de Conclusão e Histórico do Ensino Médio ou Diploma e histórico do Superior.
- Reservista se menor de 45 anos.
Maiores informações pelos telefones abaixo ramal 32.

Comunicado Importante
O Sciesp informa aos associados que não puderam comparecer ao pleito para a renovação dos cargos de Diretoria e do Conselho Fiscal, efetivos e suplentes, gestão triênio 2010/2013, realizado dia 5 de abril p.p, deverão apresentar justificativa por escrito, impreterivelmente, até o dia 5 de maio.
A justificativa deverá conter a qualificação completa do corretor e o motivo da ausência, e deve ser entregue na Sede Social ou em qualquer uma das Agências Regionais da base territorial. Na impossibilidade, encaminhar por via postal para Rua Pamplona, 1200, 3º andar, Jardim Paulista, São Paulo/SP – CEP: 01405-906, ou pelo correio eletrônico: juridico@sciesp.com.br


Sciesp apoia a reciclagem


O Sciesp realiza trabalho em prol da preservação do meio ambiente. Este projeto visa conscientizar a população da importância da reciclagem para evitar a poluição e facilitar o reaproveitamento das sucatas pelas indústrias. A única forma de evitar grandes tragédias é a conscientização da população para que esta possa contribuir positivamente. O sindicato já adotou sistemas como o de coleta seletiva de papel, plástico, vidros e metais, materiais de difícil decomposição e que podem ser reaproveitados. Corretor faça você também a sua parte!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Projeto autoriza repasse dos dividendos da Caixa à habitação popular

Por: Equipe InfoMoney
03/05/10

SÃO PAULO – O projeto (PLS 2/06) que destina ao Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social metade dos dividendos que a Caixa Econômica Federal repassa anualmente à União está na pauta da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), para a reunião da próxima terça-feira (4).
Com isso, o Brasil poderá ganhar um reforço para minimizar o déficit de habitação da população de baixa renda, estimado em 5,5 milhões de moradias apenas nas áreas urbanas, segundo informações da Agência Senado.
A proposta, do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), recebeu parecer favorável do relator, senador Marcelo Crivella (PRB-RJ). Mas, em contrapartida, Crivella afirmou ser elevado o repasse ao fundo de 50% dos dividendos. O senador propôs, em emenda, a redução para um terço dos dividendos.
Volume
Em 2008, a Caixa obteve lucro de R$ 3,9 bilhões, e destinou ao Tesouro R$ 1,6 bilhão. Na ocasião, se a lei já estivesse valendo, a habitação popular receberia R$ 800 milhões, o que daria para construir 20 mil casas populares de R$ 40 mil.